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Direto das Ruas

Com queimadas em alta, aumentam denúncias de terrenos baldios sem limpeza

Só nesta sexta (14), o Campo Grande News recebeu reclamações de terrenos baldios na Vila Aimoré, Coophatrabalho e Montevidéu

Por Ana Beatriz Rodrigues | 14/08/2020 16:31
Terreno baldio na Rua Araçutuba no bairro Aimoré.(Foto: Direto das Ruas)
Terreno baldio na Rua Araçutuba no bairro Aimoré.(Foto: Direto das Ruas)

O problema é crônico. Não falta na periferia, moradores reclamando de terrenos sem cuidados em diversos bairros da Capital. Nesta sexta-feira (14), o Campo Grande News recebeu denúncias e 3 locais. São relatos de descaso por parte de vizinhos que não cuidam das áreas, um risco de proliferação da dengue e de incêndios urbanos.

Uma das áreas que foi alvo de reclamação está localizada na Rua Araçatuba com a Rua Raimundo Ferreira da Silva no Jardim Aimoré. Segundo a Supervisora em Administração Eliziany de Oliveira, de 30 anos, o local acumula muito lixo e entulho que chega ocupar uma faixa da via. “Os próprios moradores jogam de tudo ali, lixo, galhos de arvores, moveis velhos”.

Em outro ponto da cidade, no Coophatrabalho , um morador que não quer se identificar, relatou a nossa equipe a situação de sujeira e abandono no qual uma casa da Rua Pino, 198 se encontra com entulhos e outros objetos, “percebi este cenário desagradável depois que vi um rato passar sobre o muro em direção ao local.” Comenta o morador da região.

Casa com sujeira acumulada no Bairro Coophatrabalho.(Foto: Direto das Ruas)
Casa com sujeira acumulada no Bairro Coophatrabalho.(Foto: Direto das Ruas)

A SESAU (Secretaria Municipal de Saúde) respondeu em nota que este caso tem que ser avaliado, e que ele poder notificado, e em casos assim a secretaria recebe as denúncias pelo telefone 3314-9955.

Já na travessa Iuras no bairro Montevidéu, próximo ao condomínio Alphaville, no Jardim Noroeste, o morador Igor Polidoro, reclama que próximo a casa dele o terreno virou uma pequena floresta por conta da vegetação alta. “Já foi feita reclamação ao órgão competente, mas nenhum teve efeito.”

A Semadur (Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano) recebe denúncias por meio do telefone 156 e notifica proprietários, que têm até 15 dias para resolver a situação. Caso não seja resolvido, as multas variam entre R$ 2.414,50 e R$ 9.658,00. Até julho deste ano, foram emitidas 3.136 notificações e 584 multas foram aplicadas.

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