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Direto das Ruas

Confusão no Centro foi provocada por manifestantes, diz Guarda Civil

Caso aconteceu na noite deste sábado (29), na inauguração do "Natal dos Sonhos", na Rua 14 de Julho

Por Clara Farias | 30/11/2025 11:39

Uma manifestação realizada na Rua 14 de Julho, no Centro de Campo Grande, foi encerrada pela GCM (Guarda Civil Metropolitana) na noite deste sábado (29). Vídeos enviados ao Campo Grande News pelo canal Direto das Ruas mostram o momento em que guardas contêm parte do grupo, inclusive derrubam uma manifestante.

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Manifestação de mães de crianças com deficiência terminou em confusão no Centro de Campo Grande neste sábado (29). A Guarda Civil Metropolitana (GCM) interveio durante programação natalina, alegando que manifestantes tentaram interromper o evento.Duas pessoas foram conduzidas à delegacia por desacato, sendo que uma portava canivete. O grupo, composto por mães de crianças com TEA, TDAH e Síndrome de Down, protestava por atendimento especializado. A vereadora Luíza Ribeiro (PT) denunciou agressão contra uma integrante da Comissão das Mães Atípicas.

Segundo a Guarda Civil, as equipes estavam no local reforçando a segurança de uma programação natalina que reuniu grande número de famílias e crianças. Durante a atividade, um grupo de manifestantes teria tentado interromper a programação.

A corporação afirma que os guardas orientaram o grupo a se afastar, mas, diante da recusa e da elevação dos ânimos, duas pessoas foram encaminhadas à delegacia por desacato. Com uma delas, segundo a GCM, foi encontrado um canivete. Em um dos trechos do vídeo, um dos guardas aparece empurrando uma manifestante do grupo de "mães atípicas".

As participantes do ato se apresentam como mães de crianças com deficiência ou transtornos do neurodesenvolvimento, como TEA (Transtorno do Espectro Autista), TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade) e síndrome de Down e frequentemente fazem manifestações cobrando atendimento especializado e insumos para as crianças com deficiência.

Nas redes sociais, a vereadora Luíza Ribeiro (PT) descreveu o ocorrido. Segundo ela, na manifestação havia mães atípicas, servidores públicos municipais e idosos. "Até uma das integrantes da Comissão das Mães Atípicas foi brutalmente agredida porque gravava em seu celular toda cena de violência contra os demais manifestantes", diz a vereadora na postagem.

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