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Direto das Ruas

Pancada de chuva transforma ruas da região sul em rios

Um dos registros mostra um carro ilhado na Avenida Marechal Deodoro, enquanto caminhonete passa tranquila

Por Clara Farias | 07/01/2026 15:22

Poucos minutos de chuva deixaram algumas vias da região sul de Campo Grande completamente alagadas. Na Avenida Marechal Deodoro, o tempo em que um leitor fazia compras em um atacadista foi suficiente para transformar o trecho da via em um rio. Em outro ponto da região, no Bairro Dom Antônio, a rua parecia uma “tromba d’água”, segundo uma vendedora.

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Chuva rápida causa alagamentos em diversos pontos da região sul de Campo Grande. Na Avenida Marechal Deodoro, um carro ficou ilhado enquanto outros veículos enfrentavam dificuldades para trafegar, com água chegando ao nível do capô. O local é conhecido por moradores por constantes alagamentos.No Bairro Dom Antônio, a Avenida Evelina Selingardi também foi afetada. Segundo relatos, apenas dez minutos de precipitação foram suficientes para transformar as vias em verdadeiros rios, causando transtornos aos motoristas e pedestres que transitavam pela região.

Esse caso foi sugerido por leitores que enviaram mensagens pelo canal Direto das Ruas.

O primeiro registro foi enviado por Max Alves, de 33 anos, por volta das 14h40. Ele relata que chegou ao local por volta das 14h para fazer compras e, ao estacionar, a chuva começou. Como o trecho da avenida onde estava costuma alagar, ele tentou acelerar as compras.

No vídeo enviado pelo leitor, é possível ver a Avenida Marechal Deodoro, no sentido bairro–centro, com o nível da água bastante elevado. Um carro ficou ilhado em meio ao alagamento. Segundos depois, uma caminhonete acessa a via com a água chegando até o capô. O deslocamento do veículo chega a formar ondas na avenida. Mais atrás, um caminhão também atravessa o trecho, fazendo com que o carro ilhado chegue a se mover.

“Fiquei no mercado uns quarenta minutos. Quando saí, já estava tudo alagado. Não deu para fazer como a caminhonete do vídeo, porque eu estava com um carro pequeno e resolvi não arriscar. Acabei esperando a água baixar e saí pela calçada”, contou.

Morador do Aero Rancho, Max afirma que o trecho já é conhecido por quem vive na região. “Tentei acelerar a compra, mas não deu muito certo. Quando chove, eu procuro nem passar por aqui”, finalizou.

No Dom Antônio, a vendedora Fátima Rocha, de 56 anos, disse que trabalha há pouco tempo na região e se surpreendeu com o volume da água que escoa pela Avenida Evelina Selingardi. “É muita água, muito barro. Como a rua é meio inclinada, a água vem como se fosse uma tromba d’água de rio”, relatou.

Segundo Fátima, cerca de dez minutos de chuva foram suficientes para alagar a via. “Quando vi, fiquei impressionada. Depois de um tempo, o sol apareceu, parte da rua secou e ficou só o barro”, concluiu.

Conforme o Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais), nesta quarta-feira (7) foram registrados 17,4 milímetros de chuva no pluviômetro instalado no Bairro Universitário, na região sul da Capital.

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