Passagem de carretas pesadas por viaduto preocupa moradores de condomínio
Estrutura planejada para acesso de carros e caminhões pequenos tem sido usada para retorno em rodovia
Os moradores dos condomínios Dahma estão preocupados com a passagem de caminhões de grande porte pelo viaduto que dá acesso aos residenciais. Segundo eles, a Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito) coloca placas indicando a proibição, mas os motoristas retiram e usam o local para fazer retornos.
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Moradores dos condomínios Dahma, em Campo Grande, manifestam preocupação com a passagem irregular de carretas pelo viaduto de acesso aos residenciais. Segundo relatos, motoristas removem as placas de proibição instaladas pela Agetran e utilizam o local como atalho para retorno à rodovia. A situação tem causado transtornos no trânsito local, especialmente nos horários de pico. Já houve casos de carretas quebradas no viaduto, forçando desvios pelo bairro Maria Aparecida Pedrossian. Moradores temem pelo comprometimento estrutural da via, projetada apenas para veículos de pequeno porte.
Ao Campo Grande News, Fernando Bueno relatou que os veículos de carga passam pelo viaduto principalmente nos primeiros horários da manhã, dificultando também a saída dos moradores no horário de pico.
“Aqui foi planejado para acesso dos moradores. No máximo caminhões pequenos de mudança e com materiais de construção. Não para essas carretas de carga pesada com madeira e boi. Estão fazendo um verdadeiro caos. Tumultuando demais o trânsito de quem mora aqui”, disse Fernando.
Segundo ele, já foram levadas do local 7 placas que indicavam a proibição de passagem. Também houve um caso em que a carreta quebrou no viaduto e os moradores precisaram desviar por dentro do bairro Maria Aparecida Pedrossian, que fica ao lado dos condomínios.
“Eles são muito grandes e não conseguem fazer a curva. Um já quebrou aqui e não tinha como passar. Precisamos desviar pelo Pedrossian. Danificam toda a estrutura do viaduto porque são pesados,” relatou o morador.
Fernando alega que chegou a questionar um dos caminhoneiros que passavam pelo local. “Ele disse que o retorno ficava muito longe, então usam aqui para cortar caminho e voltar na rodovia. Estamos preocupados com a segurança. A estrutura está comprometida,” finalizou.
A reportagem questionou a Agetran sobre a passagem de veículos pesados no local e aguarda o retorno.

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