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Direto das Ruas

Rua alaga a cada chuva e morador pede socorro: “vira um brejo”

Poça de lama leva até 15 dias para secar e dificulta passagem de pedestres na Sebastião Ferreira

Por Viviane Oliveira | 07/01/2026 09:32


RESUMO

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Moradores da Rua Sebastião Ferreira, no Jardim Colorado, em Campo Grande, enfrentam graves problemas de alagamento que podem durar até 15 dias após as chuvas. O dedetizador Gabriel Francisco Silva Santos, de 27 anos, relata que a situação se agravou ao longo dos anos, transformando a via em um "brejo".A tentativa de moradores de amenizar o problema jogando entulhos só piora a situação, causando mau cheiro e dificultando a passagem. A Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos afirma manter cronograma de manutenção, mas ressalta que as chuvas intensas prejudicam os trabalhos devido à saturação do solo.

Morador da Rua Sebastião Ferreira, no Jardim Colorado, em Campo Grande, convive há anos com alagamentos que transformam a via em um verdadeiro brejo sempre que chove. A situação, segundo relatos, se repete a cada temporal e pode levar até 15 dias para que a água acumulada seque completamente.

O dedetizador Gabriel Francisco Silva Santos, de 27 anos, que mora no local, afirma que o problema se agravou com o tempo e afeta diretamente a rotina dos moradores. “A cada chuva que dá, empoça água e isso aqui vira um brejo. A gente se encontra numa situação muito complicada”, relata.

Na tentativa de minimizar os transtornos, pessoas acabam jogando lixo, galhos de árvores, pedaços de madeira e entulho na via, o que, segundo os moradores, só piora a situação. “A pessoa vem de longe e joga lixo para tentar ajudar, mas isso só agrava o problema. O mau cheiro é insuportável. Haja nariz que aguente”, desabafa Gabriel.

Com o acúmulo de água e resíduos, a passagem pelo local fica praticamente impossível. “Só temos esse pedacinho para andar, ou a pé com cuidado, ou ‘nadando’”, ironiza o morador, ao mostrar a situação da rua.

Ele afirma ainda que os moradores mais próximos da área alagada são os que mais sofrem com os transtornos. “Temos esperança de um dia receber asfalto. Moramos aqui há 10 anos e há 10 anos vivemos nessa situação. Não adianta nem lavar o carro, porque logo suja de novo”, afirma.

Por meio de nota, a Sisep (Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos) informou que mantém cronograma diário de manutenção para as sete regiões urbanas da cidade, realizando serviços de patrolamento e cascalhamento em todas as vias não pavimentadas.

"Ressaltamos que, em períodos de chuvas intensas e concentradas, a execução dos trabalhos pode ser temporariamente afetada pela saturação do solo, que impede a entrada de maquinário pesado. No entanto, as equipes permanecem em prontidão para retomar os serviços assim que as condições climáticas permitirem, priorizando os pontos mais críticos".

Esse caso foi sugerido por leitor que enviou mensagem pelo canal Direto das Ruas.