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Direto das Ruas

Sem sossego, residencial vive nas páginas policiais, reclamam moradores

Brigas acontecem aos finais de semana, envolvendo vizinhos e problemas de "amor", diz um dos moradores

Por Cristiano Arruda e Bruna Marques | 14/07/2021 14:25


Placa com informações do bairro (Foto: Henrique Kawaminami)
Placa com informações do bairro (Foto: Henrique Kawaminami)

Brigas na vizinhança vêm tirando o sono de alguns moradores do Residencial Búzios, em Campo Grande. No fim de semana, a polícia vira e mexe é  acionada por conta da confusão no local entre familiares. A última, no domingo passado, foi por conta do som alto.  Padrasto e enteado apelaram para pancadaria. Além disso, uma grávida chegou a ser agredida na barriga pelo companheiro bêbado, com que morava há dois meses.

Ao Campo Grande News moradores contaram que brigas deste tipo estão se tornando recorrentes e quando isso acontece alguns até preferem ficar dentro de casa, com receio de se meterem.

Aposentado Eduardo de Paiva conta que brigas estão acabando com o sossego no bairro (Foto: Henrique Kawaminami)
Aposentado Eduardo de Paiva conta que brigas estão acabando com o sossego no bairro (Foto: Henrique Kawaminami)

Morando há 12 anos na Rua Adélia Fraia, o aposentado Eduardo de Paiva de 75 anos conta que durante a semana o lugar é tranquilo, mas no fim de semana as brigas acontecem.

“Na sexta e no sábado as brigas de amor começam, a gente ouve pauladas e correria, quando isso acontece, eu nem me envolvo, fico na minha casa bem quieto. De um tempo pra cá não estamos mais tendo sossego”, contou sobre "efeitos da pandemia".

A autônoma Rosana Márcia de 56 anos mora na Travessa Andina e 2conta que as brigas começam dentro de casa e vão parar na rua. “Já tiveram casos em que as pessoas saíram alteradas de casa para discutirem na rua. Eu nunca precisei chamar a polícia, mas o meu medo é alguém estar armada, ainda mais quando está alterado.”, afirma.

Por outro lado alguns moradores dizem que o bairro é tranquilo e que esporadicamente casos de brigas entre vizinhos acontecem.

“Sinceramente”, acho que escutei brigas de vizinhos aqui uma vez estou bem surpresa porque não achava que eram tantas brigas assim. Essas brigas devem ser mais finais de semana que o povo bebe já ouvi brigas na rua de casa, mas ultimamente não tenha escutado”, contou à reportagem a professora Marina Gaete dos Santos de 56 anos moradora há 24 anos na Rua Adélia.

Bairro onde confusão acontece aos finais de semana (Foto: Henrique Kawaminami)
Bairro onde confusão acontece aos finais de semana (Foto: Henrique Kawaminami)

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