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Campo Grande, Quarta-feira, 15 de Agosto de 2018

15/05/2017 15:06

Unidade de saúde lotada e pacientes na espera por atendimento

Adriano Fernandes
De acordo com a leitora, cerca de 100 pacientes aguardavam atendimento na unidade esta manhã (15). (Foto: Direto das Ruas) De acordo com a leitora, cerca de 100 pacientes aguardavam atendimento na unidade esta manhã (15). (Foto: Direto das Ruas)

Em mais um episódio da falta de médico em unidades de saúde, hoje foi a vez do Centro Regional de Sáude do bairro Coophavila ll. Leitores disseram que muitas pessoas passaram horas em busca de atendimento nesta segunda-feira (15).

Mesmo com uma escala a cumprir, não havia médicos atendendo no local, segundo uma funcionária pública de 35 anos que preferiu não ter a identidade divulgada. “Tinham pelo menos 100 pacientes aguardando e os médicos simplesmente não estavam atendendo. Entrei pela unidade, olhei na gerência, corredores e não encontrei nenhum. Ninguém que ao menos pudesse dar uma satisfação pela demora”, disse.

No local, desde as 09h da manhã acompanhando a filha de 15 anos a servidora decidiu ir embora diante da situação. “Se eles não estavam no posto nem no horário deles quem garante que iriam retornar à tarde?”, questiona.

Ainda de acordo com a mulher, somente entre as 10h30 até 13h que uma médica começou a dar atendimento, no entanto, não supria a grande demanda de pacientes na sala de espera. “Tinham pacientes esperando deitados no chão, sob a chuva”, completa.

Atendimento – A prefeitura se defendeu dizendo que o efetivo na unidade foi reforçado, esta manhã (15), com cinco clínicos fazendo o atendimento na unidade. A principio, estavam escalados quadro profissionais, entretanto foi necessário o remanejamento de mais 1 médicos por conta da alta demanda.

O município ainda ressaltou que a SESAU (Secretaria Municipal de Saúde Pública) está tomando medidas para mudar a situação de superlotação e, inclusive, voltou ofertar uma gratificação de R$300, além do valor pago normalmente pelo plantão que é R$ 830,56 por 12 horas semanais, para tentar atrais os profissionais e conseguir fechar escala.

No entanto, não há muito interesse por parte dos pediatras que eventualmente preferem trabalhar a noite. A unidade em questão, também não conta com atendimento pediátrico no período diurno, somente à noite.

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