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Campo Grande, Quinta-feira, 27 de Julho de 2017

05/07/2017 17:10

Agropecuária é o único setor de MS com avanço no emprego, mostra IBGE

Atividade também elevou número de empresas e massa salarial

Osvaldo Júnior
Colheita de soja em Mato Grosso do Sul; atividades rurais empregam mais (Foto: Marcos Ermínio)Colheita de soja em Mato Grosso do Sul; atividades rurais empregam mais (Foto: Marcos Ermínio)

O mercado de trabalho rural apresenta, em Mato Grosso do Sul, melhor desempenho que o das atividades urbanas. É o que mostra o Cempre (Cadastro Central de Empresas), divulgado na tarde desta quarta-feira (dia 5) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Conforme o estudo, o número de trabalhadores na agropecuária cresceu 2,78% de 2014 a 2015, único resultado positivo entre os principais setores produtivos do Estado. A retração dos demais segmentos chega a 16%.

Em 2014, havia 18.257 trabalhadores nas atividades rurais. No ano seguinte, essa quantidade aumentou para 18.766. Mesmo modesta, essa foi a única variação positiva no período entre os principais setores econômicos de Mato Grosso do Sul.

A construção civil perdeu 5.348 postos de trabalho de 2014 a 2015, de acordo com a pesquisa. O número reduziu de 63.935 para 57.664 profissionais, retração de 16,93%. A indústria da transformação diminuiu de 63.935 para 57.664 trabalhadores no mesmo período, queda de 9,8%. Já o mercado de trabalho do comércio sofreu recuo de 1,76%, de 144.113 para 141.574 empregados.

Número de empresas – Outros dados do estudo indicam situação econômica menos crítica nas empresas rurais. A quantidade de estabelecimentos do setor aumentou 6,57% (de 1.262 para 1.345). As unidades empresariais da indústria cresceu 4,15% (de 4.016 para 4.183), da construção civil, 4,11% (de 2.724 para 2.836) e as do comércio, 1,09% (de 27.377 para 27.676).

Salários – Esses números refletiram nos rendimentos dos trabalhadores. A massa salarial (total de remunerações) na agropecuária apresentou, de 2014 a 2015, incremento de 13,24% (de R$ 457,6 milhões para 518,2 milhões).

O comércio e a indústria contabilizaram, respectivamente, variações de 8,46% (de R$ 1,86 bilhão para R$ 2,02 bilhões) e de 0,12% (de R$ 1,298 bilhão para R$ 1,299 bilhão).

A construção civil apresentou o pior resultado em se tratando de remuneração dos trabalhadores. A massa salarial despencou, no período, em 34,22%, de R$ 727,6 milhões para R$ 478,6 milhões.

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