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Campo Grande, Segunda-feira, 22 de Janeiro de 2018

18/01/2014 13:49

Bancos e financeiras deram dor de cabeça aos consumidores em 2013

Luciana Brazil
A professora lembra que já teve problemas com o banco HSBC. (Fotos: Marcos Ermínio)A professora lembra que já teve problemas com o banco HSBC. (Fotos: Marcos Ermínio)

Ao todo, 16.153 pessoas recorreram ao Procon em 2013 para se queixar contra empresas na Capital. No primeiro lugar da lista está o banco BMG, seguido pela empresa de telefonia Claro. Entres as 13 primeiras da lista, apenas a Enersul é do Estado, o restante é nacional.

Somente contra a financeira BMG foram 459 reclamações de janeiro a dezembro do ano passado.

Conforme o superintende do órgão, Alexandre Rezende, a maior parte dos protestos está ligada a empréstimos consignados.

Em seguida no ranking aparece a empresa de telefonia Claro, com 313 reclamações. A rede Casas Bahia ficou em terceiro lugar e em quarto aparece o Banco Cruzeiro.

A Enersul (Empresa de Energia Elétrica de Mato Grosso do Sul), o Banco Pan Americano, o Magazine Luíza, a Universidade Anhanguera e o Banco do Brasil aparecem em seguida. Terminam a lista o UOL- que oferece serviços de internet-, Banco Bradesco, Banco Matone e CEF (caixa Econômica Federal).

Nas ruas, a população confirmou a listagem. Operadoras de telefone celular e os bancos estão à frente na lista dos clientes.

“Já tive muitos problemas com telefonia. Meu telefone é da Oi. Eles prometem um serviço que não cumprem”, disse a dona de casa Zilda Maja, 61 anos. Ela lembra que já ensaiou reclamar judicialmente da empresa, mas até agora não concretizou.

Exemplo de problemas bancários, a professora Virgínia Leite, 56, conta que ao tirar o extrato no banco HSBC a instituição informava que o dinheiro havia sido sacado da conta, mesmo sem que ela tivesse tirado o montante. “Demorou 45 dias para eles me ressarcirem”.

Mesmo assim, ela explica que as inúmeras idas ao Procon foram m motivadas pela operadoras de telefone. Cliente da Claro, Virgínia já recebeu contas com valor errado, onde era cobrada sem ter usado o serviço. “Já tive muitas vezes problema com telefonia”.

Zilda ja teve muita dor de cabeça com a operadora Oi. Zilda ja teve muita dor de cabeça com a operadora Oi.

Na Rua 14 de Julho, hoje (18) pela manhã, muita gente reclamou da empresa Claro. “A minha internet não funcionava. Fui ao Procon, entrei com uma ação e ganhei. Eu cancelei o serviço e não precisei pagar a taxa de quebra de contrato e ainda recebi meu dinheiro de volta, R$ 110”, contou Helioza Bregantim, 19 anos, autônoma.

A depiladora diz ainda que pelo menos cinco vezes foi ao órgão.

Um advogado, que preferiu não se identificar, apontou os cartões de crédito como os vilões dos bancos. “Como sou advogado nem vou ao Procon, entro direto com uma ação. Já entrei várias vezes e ganhei”.

Durante quase um ano a acompanhante de idosos, Laura Maria de Oliveira, 35 anos, solicitou que a Enersul instalasse a caixa padrão, mas precisou brigar muito para que isso acontecesse. “Não cheguei a ir ao Procon, mas me deu vontade e muita”.

Uma mulher que trabalha no ramo e por isso preferiu não se identificar disse que as operadoras e os bancos são um pesadelo. “Claro, Vivo e banco Bradesco já trouxeram muito problema, inclusive para meus pais”.
Ela garante que as dores de cabeça não a levaram ao Procon, mas causaram transtornos.

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a reportagem é interessante, porém ficou faltando a fonte da informação. onde está publicado o ranking!?
 
gustavo oliveira em 18/01/2014 20:38:02
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