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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

25/06/2013 09:00

Capital vive “boom” de mercados atacadistas e preços devem cair

Aliny Mary Dias
Atacadista da Gury Marques é uma das 5 lojas do Fort em Campo Grande (Foto: Marcos Ermínio)Atacadista da Gury Marques é uma das 5 lojas do Fort em Campo Grande (Foto: Marcos Ermínio)

“O consumidor é quem ganha”. A frase típica dita por economistas em relação ao aumento da concorrência nos setores do comércio é a realidade para quem vai às compras em Campo Grande. A Capital ganhou nos últimos anos 10 atacadistas que também vendem no varejo, os "atacarejos".

A boa notícia é um carrinho lotado por um valor menor. O gerente regional do Fort Atacadista, Paulo Henrique Arguelho, afirma que o aumento da concorrência vai diminuir os preços dos produtos. “Pressionamos a indústria em negociações, buscamos oportunidades com nossos fornecedores para obtermos baixo custo dos produtos e isso reflete no preço final, fomentando o mercado atacadista”, explica.

Ele explica que 80% das compras são feitas por clientes que consomem no “atacarejo”, como é denominado o formato de compra.

"Os clientes do varejo têm opção de comprar se beneficiando do preço do atacado, não necessariamente precisa levar uma caixa, pode ser um número intermediário, ou seja, são produtos e serviços que chegam ao consumidor final com preço bem abaixo do varejo”, ressalta Arguelho. O gerente regional

Em relação ao percentual de consumidores do “atacarejo”, o gerente regional explica que além de abastecer famílias, as redes atacadistas atendem também mercados e panificadoras de bairros que não precisam necessariamente comprar em grandes escalas, e no final das contas, as redes atacadistas se tornam “depósitos” de pequenos comerciantes.

O Fort possui cinco lojas em Campo Grande: na avenida Presidente Vargas, na Ernesto Geisel, no Jardim São Lourenço e na avenida Gury Marques. Além da rede, outras três empresas vendem no mesmo formato. O Maxxi com duas lojas, o Atacadão com três lojas e o Assaí, que inaugurou o primeiro hipermercado esse mês, completam a lista.

Para o economista Thiago Queiroz, a cidade se tornou atrativa para a instalação dos mercados e o consumidor tem a oportunidade de pagar menos nas compras do mês. “É muito interessante para a população porque os atacadistas estão oferecendo preços muito competitivos e o consumidor é quem ganha com essa concorrência”, afirma o economista.

Queiroz explica ainda que durante muitos anos a Capital se enquadrou na classe da “oferta reprimida”, quando poucas empresas oferecem um tipo de serviço. Com a mudança do cenário, não só os preços baixam, mas a exigência do consumidor aumenta e os atacadistas têm que investir no bom atendimento.

“Muitas vezes não é só o preço que faz a diferença, o atendimento e a forma de pagamento se tornam importantes para a escolha dos clientes”, diz o economista que acredita em espaço para instalação de novos mercados em Campo Grande.

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Senhores governantes, cadê as grandes indústrias de Campo Grande.
 
Marcos Aurelio Ortiz Semidei em 29/06/2013 13:46:59
Creio que o assaí vem para mudar o sistema do atacadão e o Forte, pois o Assaí vende no varejo com Cartão de Crédito coisas que os outros atacados não fazem. E outras coisas que não dá para mencionar pois é muita coisa de boa.
 
José Ferreira Rosa em 25/06/2013 17:02:04
MUITO BOM MESMO, SEJAM BEM-VINDOS TODOS, SÓ ACHO DIFÍCIL FAZER COMPRAS NESTES ATACADISTAS POIS ELES NÃO ENTREGAM, POXA PODIA VOCÊS FAZER ISSO PRA QUEM NÃO TEM CARRO NÉ?
 
Quezia Chaves Alencar em 25/06/2013 15:31:26
Eloir também moro do Parque Res Girassóis, ainda não achei nenhum mercado grande próximo a minha casa.
 
Beatriz Oliveira em 25/06/2013 12:56:06
iracy coelho precisa urgente que tal na guaicurus?
 
carlos menon em 25/06/2013 12:52:04
Eu moro no jardim imá, só tem o legal que é um mercado de pequeno porte lá, é tudo mais caro sem opção, está faltando um comper naquela região.
 
Maria Magdalena izzo em 25/06/2013 11:33:11
E aqui no entorno do Santo Antônio, não tem nenhum, pior até retiraram o Comper da Júlio e colocaram mais pra frente. O único Supermercado grande aqui é o Atacadão e fica longe. Oh povo que não pensa. Porque que não constroem um supermercado ao lado do novo prédio do Instituto Federal, além de ganharem dinheiro, vão acabar com aquele matagal imenso que tem lá.
 
Samuel Andara em 25/06/2013 09:59:03
Gostaria de deixar meu apelo aos donos supermercados e atacadistas. Mudei para Parque Residencial Girassóis entre os bairros Oliveira III e União. Como estamos carentes de supermercados bons naquela região.
 
ELOIR FERREIRA DE ABREU em 25/06/2013 09:13:16
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