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Campo Grande, Quinta-feira, 18 de Outubro de 2018

05/04/2012 15:56

Consumidores correm em busca de peixe para refeições da Sexta-Feira Santa

Fernando da Mata

Consumidores em volta do balcão da peixaria (Foto: Fernando da Mata)Consumidores em volta do balcão da peixaria (Foto: Fernando da Mata)
Vendedor mostrando exemplar de pescado (Foto: Fernando da Mata)Vendedor mostrando exemplar de pescado (Foto: Fernando da Mata)

Véspera de Sexta-Feira Santa é sinônimo de correria nos estabelecimentos que vendem peixes. No Mercadão Municipal, por exemplo, a tarde desta quinta-feira (5) foi de movimento intenso de consumidores em busca de uma porção de pescado.

Quem foi até a peixaria do Mercadão teve que se espremer em volta do balcão para escolher o que levar para casa. Entre os vendedores, correria para atender todos que estavam lá.

Na sacola da sargento do Exército, Áurea Helena Rodrigues, 25 anos, um pouco de pintado. “Tava mais barato”, justificou a compra enquanto saía da peixaria.

Quem economizou também foi a corretora de imóveis, Luciana de Almeida, 35 anos. Com 3 kg de pintado do Amazonas na mão, Luciana afirmou que sempre deixa para comprar na última hora, mas não abre mão do peixe na Sexta-Feira Santa.

“É a tradição da minha família comer peixe na Sexta-Feira Santa. Eu vi que a peixaria estava cheia, mas resolvi passar porque amanhã vai estar pior”, disse a corretora.

Saindo da peixaria com 1,5 kg de pacu, o auxiliar de cinegrafista Druze Ferreira, 51 anos, destacou que sempre busca o menor preço. “Na vila comprei o pintado, mas aqui o pacu está mais barato”.

Quase que ignorando preferência por espécie, a aposentada Maria Teodoro da Silva, 67 anos, levou 1 kg de pintado para casa. “Não tinha outro, né”. Sobre a tradição de não comer carne, Maria mantém o costume, mas garantiu que só na sexta-feira. “O peixe está meio carinho, mas não adianta ficar sem comprar, tem que comprar”.

Segundo o proprietário da peixaria, Cleuber Linares, o pintado e o pacu são os carros-chefe do estabelecimento. Em comparação com os dias normais, as vendas dobraram durante a Semana Santa, de acordo com Linares.

“Temos os caminhões na porta que estão funcionando como câmara fria”, disse sobre a solução para atender a demanda.

Em meio aos produtos tradicionais, novidades no balcão como caldo de piranha, pirão e bolinhos de bacalhau.

Nem todo mundo tem a tradição de comer peixe na Semana Santa. Exemplo é o padeiro Astrogildo Junior, 49 anos, . “Primeira vez que vou comer peixe na Sexta-Feira Santa", afirmou enquanto saía com a sacola de pintado.

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