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Campo Grande, Domingo, 22 de Outubro de 2017

10/06/2015 11:17

Inflação na Capital fica acima da média nacional e energia pesa no orçamento

Liana Feitosa

O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) registrado em Campo Grande no mês de maio foi de 0,88%, valor acima da média nacional, que foi de 0,74%. O IPCA da Capital também ficou acima do levantado em capitais como São Paulo (0,69%), Rio de Janeiro (0,35%) e Brasília (0,25%).

Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), que desenvolve o levantamento, Brasília apresentou o menor índice em virtude da queda de 23,72% nos preços das passagens aéreas, que com peso de 2,07% gerou impacto de -0,49%. O índice geral nacional apresentou variação de 0,74% em maio e ficou 0,03% acima da taxa de abril (0,71%).

Por outro lado, em Campo Grande o índice registado em abril foi de 0,68%, contra 0,88% registrado no mês seguinte. No acumulado dos últimos 12 meses, a variação foi de 9,19%, ficando atrás somente de Curitiba (9,61%), Goiânia (9,42%) e Rio de Janeiro (9,31).

Culpada - A energia elétrica voltou a figurar como a maior contribuição individual para o aumento, responsável por 0,11% do índice em maio, com alta de 2,77%. As despesas das famílias com energia é um dos principais itens, com participação de 3,89% na estrutura de pesos do IPCA. Em maio, em algumas regiões pesquisadas, o aumento nas contas ultrapassou 10%, puxando o índice para cima.

De acordo com o IBGE, com a alta de maio e dos meses anteriores, o consumidor passou a pagar, em média, 41,94% a mais pelo uso da energia neste ano. No acumulado dos últimos 12 meses, as contas estão 58,47% mais caras.

Maiores - As maiores variações ocorreram nos grupos de Habitação (1,22%), taxa de água e esgoto (1,23%), Alimentação e Bebidas (1,37%) e Saúde e Cuidados Pessoais (1,10%).

O menor resultado ficou com o grupo de Transportes (-0,29%). Segundo o instituto, o índice ocorreu devido à queda no item passagens aéreas, o que gerou contribuição de -0,10% no índice do mês.

O maior índice regional foi registrado na região metropolitana de Recife (1,51%), onde os alimentos aumentaram 2,32%, número bem acima da média nacional, que foi de 1,37%. Além disso, itens como energia elétrica (12,20%) e gasolina (5,20%) também pressionaram o resultado.

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Fiquem todos de olhos abertos, sou responsável por duas lojas no centro da cidade e ao receber a conta de uma das lojas este mês verifiquei um alto no consumo de energia, sendo que no mês de maio os nossos aparelhos de ar condicionado ficaram alguns dias desligados devido ao clima, o que resultaria em um consumo menor, mas isso não ocorreu, ao desconfiar do acontecido verifiquei a conta da outra loja e também houve alteração no consumo, desconfiada resolvi conferir os números dos medidores de energia e pasmem estavam menores do que o registrado na fatura. Fiquei pensando a quanto tempo estou sendo lesada com a leitura incorreta dos medidores de energia? Duas lojas com a leitura incorreta é muita coincidência, fiquem de olho! Estamos sendo lesados!
 
Mayara em 11/06/2015 10:46:45
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