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Campo Grande, Terça-feira, 23 de Maio de 2017

19/05/2017 11:53

Lançado há 2 meses, programa atrai cinco indústrias para a fronteira

Priscilla Peres
Programa foi lançado em março. (Foto: Fiems)Programa foi lançado em março. (Foto: Fiems)

Cinco indústrias demonstraram interesse em investir em Ponta Porã - município distante 323 km de Campo Grande e localizado na fronteira com o Paraguai. A novidade é resultado do projeto Indústria Sem Fronteiras, lançado em março.

De acordo com o prefeito Hélio Peluffo (PSDB), as empresas se interessaram nos mecanismos e vantagens competitivas do programa do Governo do Estado. Informações sobre a cidade foram divulgadas por meio do guia do Indústria Sem Fronteiras, distribuído por todas as federações das indústrias do País.

“Já tivemos uma conversa inicial com as empresas de Santa Catarina, a Dekx, que produz fibras para concreto, a Sul Cordas, indústria de cordas, e a Total Pet, comércio de embalagens, uma do Ceará, a Plast Plus, também da área de embalagens, e a Regra Cordas, de Goiás, e estão previstas reuniões com empresários de São Paulo”, contou.

O Decreto Estadual nº 14.090/2014 e a chamada Lei de Maquila, do governo do Paraguai, tratam dos benefícios fiscais obtidos com a instalação de uma espécie de filial da empresa no Paraguai, desde que a sede seja mantida em Mato Grosso do Sul.

"Nosso objetivo sempre foi a industrialização e desenvolvimento do Estado, primando pela geração de emprego e renda. Entendemos que esse avanço do Indústria Sem Fronteiras na cidade de Ponta Porã é só o começo porque muitas cidades da fronteira sul-mato-grossense ainda alcançarão o sonho, antes para muitos impensável, de ver empresas em pleno funcionamento”, analisou o presidente da Fiems, Sérgio Longen.

O prefeito Helio Peluffo lembrou, ainda, que quando foi lançado o Indústria Sem Fronteiras foi alvo de críticas que, na avaliação dele, são infundadas e proferidas por quem não conhece a realidade da fronteira. “ O projeto tem o apoio da população de Ponta Porã, por causa dele, pela primeira vez temos empresas de outros Estados interessadas na nossa cidade. As empresas não estão fugindo de Mato Grosso do Sul, muito pelo contrário, estão buscando alternativas para que possam sobreviver a um País onde o Governo é muito pesado ao empresário”, concluiu.

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