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Campo Grande, Sexta-feira, 20 de Outubro de 2017

03/11/2014 20:15

Liquidação na fronteira com Paraguai teve gasto médio de R$ 1.100 por pessoa

Liana Feitosa

O consumidor que esteve na Black Friday Fronteira, campanha promocional realizada no começo de setembro, gastou R$ 1.171,81, em média, com compras em Ponta Porã, a 323 km de Campo Grande. O número foi levantado em pesquisa realizada pelo IPF-MS (Instituto de Pesquisa Fecomércio-MS para identificar o perfil do consumidor que visitou a região durante a Black Friday.

Os resultados da "Pesquisa de Percepção e Perfil do Consumidor Black Friday 2014” foram divulgados em Ponta Porã no auditório da Associação Comercial e Empresarial da cidade.

Segundo o presidente da Fecomércio MS, Edison Araújo, o levantamento indicou o movimento gerado na economia dos Brasil e do Paraguai. “Os destaques para o Brasil são nos setores de hotelaria e postos de combustíveis”, afirma.

Números - Foram ouvidas 551 pessoas, sendo que 55,17% do sexo feminino. Do total, a maioria é de Mato Grosso do Sul (72,67%), principalmente de Campo Grande (24,84%), seguidos dos municípios de Dourados (18,22) e Ponta Porã (12,22).

Para participar dos dias de promoção, a maioria usou carro próprio para a locomoção (73,10%) e disse preferir abastecer os veículos no lado brasileiro (59,91%).

A pesquisa apontou que, em média, R$ 41,00 foram gastos pelos visitantes com alimentação. Aqueles que permaneceram na região por mais de um dia optou por hospedagem em hotéis (19,40%), sendo a maioria dos estabelecimentos de Ponta Porã (57,98%).

Além disso, 80% dos entrevistados disseram que os preços oferecidos pela Black Friday atenderam suas expectativas.

“A pesquisa é um instrumento para o empresário conhecer os hábitos e o perfil dos consumidores. O movimento na economia é significativo, embora o valor de movimentação maior seja com produtos importados, parte do movimento de Pedro Juan Caballero volta indiretamente para o Brasil e este movimento financeiro é importante para o desenvolvimento da fronteira”, explicou a economista Regiane de Oliveira, superintendente do IPF-MS, que apresentou os dados.




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