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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

01/12/2017 16:41

Mulher vive sete anos a mais que o homem em MS, mostra pesquisa

Esperança de vida no Estado está abaixo da média nacional

Osvaldo Júnior
Homem em MS vive, em média, menos que a mulher (Foto: Arquivo)Homem em MS vive, em média, menos que a mulher (Foto: Arquivo)

Em Mato Grosso do Sul, a mulher tem probabilidade de viver sete anos, um mês e seis dias a mais que o homem. Em números relativos, a diferença a favor delas é de 9,84%: a esperança de viver do homem é de 72,1 anos e da mulher, 79,2 anos. Os dados fazem parte da pesquisa sobre expectativa de vida, divulgada nesta sexta-feira (dia 1º) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O estudo mostra, ainda, avanço menor em Mato Grosso do Sul em relação à média nacional. Em 2016, a esperança de vida no Estado era de 75,5 anos (ou 75 anos e seis meses), alta de 2,37% na comparação com 2007 (73,75 anos ou 73 anos e nove meses).

Essa variação é pouco mais da metade do crescimento dos números do País: de 72,57 anos (72 anos, seis meses e 25 dias) em 2007 para 75,8 anos (75 anos, nove meses e 18 dias) em 2016, majoração de 4,45%. Com esses resultados, Mato Grosso do Sul saiu do grupo dos estados com resultados acima ao da média brasileira para o das unidades com expectativa de vida inferior a do País.

Considerando as esperanças de vida do homem e da mulher, os avanços respectivos no Brasil foram de 4,91% (de 68,82 anos para 72,2 anos) e de 3,61% (de 79,2 anos para 76,44 anos).

A situação é inversa em Mato Grosso do Sul: o incremento na expectativa de viver foi maior entre as mulheres que entre os homens. Em 2007, a esperança de vida delas era de 77,16 anos (77 anos, um mês e 28 dias), seis anos, sete meses e 25 dias a mais que a deles (70,51 anos ou 70 anos, seis meses e três dias). Essa diferença alargou em cinco meses e oito dias. Hoje, elas podem viver sete anos, seis dias a mais que eles.

De acordo com o IBGE, os homens estão mais sujeitos que as mulheres a fatores que provocam a morte. “Há maior incidência dos óbitos por causas externas ou não naturais, que atingem com maior intensidade a população masculina”, afirma o Instituto.

Mortalidade – Em Mato Grosso do Sul, a probabilidade de um recém-nascido não completar um ano de vida era de 14%. Esse índice representa leve melhoria em relação a 2016, que era de 14,48%.

No País, a probabilidade de morte antes do primeiro aniversário era de 13,3% em 2016. Entre os meninos, era de 14,4% e entre as meninas, de 12,2%.



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