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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

03/08/2012 16:37

Preço da cesta básica sobe 0,25%, mas sete produtos ficam mais baratos

Mariana Lopes

De fevereiro a junho, a variação foi de 2,21% e durante o ano os índices chegaram a 2,91%.

O preço da batata baixou 8,26% (Foto: Arquivo/João Garrigó)O preço da batata baixou 8,26% (Foto: Arquivo/João Garrigó)

Em julho, o preço da cesta básica subiu 0,25% em relação ao mês anterior, de acordo com a pesquisa divulgada hoje (3) pela Semac (Secretaria de Estado de Planejamento), ou seja, de R$ 258,50, valor da ração mínima, foi para R$ 257,85.

As variações acumuladas registraram nos últimos 12 meses uma alta de 6,20%. De fevereiro a junho, a variação foi de 2,21% e durante o ano os índices chegaram a 2,91%.

A pesquisa de julho assinalou que dos produtos que compõem a cesta básica, sete registraram queda de preços. A laranja baixou 12,23%, a batata 8,26%, o macarrão 2,89%, o sal 2,22%, a carne 1,59%, o alface 1,01% e a banana 0,26%.

O tomate teve alta no preço de 14,98%, o feijão de 3,73%, o pão de 3,15%, a margarina subiu 2,05%, o leite 1,95%, o arroz 1,52% e o óleo 1,19%. O açúcar cristal manteve o preço estável.

Justificativa-Segundo os técnicos responsáveis pela pesquisa, a laranja e a batata continua em queda pelo excesso do volume ofertado no mercado nacional com a grande safra.

As chuvas fortes ocorridas em junho dificultaram a colheita do tomate e as baixas temperaturas também contribuíram para desacelerar a maturação do produto, que em julho esteve escasso, devido ao fim da safra de inverno.

O aumento do preço do feijão foi devido à redução das ofertas nos estabelecimentos pesquisados. Após sucessivos meses de equilíbrio, aumentou em consequência da alta da farinha de trigo.

Família-Segundo a pesquisa da Semac, em uma família que sobrevive com renda mensal de um salário mínimo, ou seja, R$ 622,00, em julho precisou comprometer 41,45% da renda para aquisição da cesta alimentar.

Para atender as outras necessidades básicas, como água, energia, saúde, serviços pessoais, vestuários, lazer e outros, restaram 58,55% do salário.



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