Pesquisar antes de abastecer pode representar economia de R$ 25 na Capital
Preço do combustível varia até 13,5% entre postos de Campo Grande

Pesquisar antes de abastecer pode representar uma economia de até R$ 25 em Campo Grande. Levantamento do Procon-MS (Programa de Proteção e Defesa do Consumidor de Mato Grosso do Sul), divulgado nesta sexta-feira (28), encontrou diferença de até 13,55% nos preços dos combustíveis cobrados na Capital.
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Pesquisar antes de abastecer pode gerar economia de até R$ 25 em Campo Grande, segundo levantamento do Procon-MS divulgado nesta sexta-feira (28). A pesquisa, realizada entre 17 e 19 de agosto em 35 postos de sete regiões da cidade, identificou variação de até 13,55% nos preços dos combustíveis. O etanol comum no Anhanduizinho registrou a maior diferença, com o litro variando entre R$ 3,69 e R$ 4,19 no crédito.
A pesquisa foi realizada entre os dias 17 e 19 de agosto em 35 postos distribuídos pelas sete regiões administrativas da cidade*.
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A maior variação apareceu no etanol comum vendido na região do Anhanduizinho (paga a área do Jockey Club, passa pelo Aero Rancho e vai a até o Lageado). No pagamento com cartão de crédito, o litro custava entre R$ 3,69 e R$ 4,19. A diferença de R$ 0,50 representa uma economia de R$ 25 no abastecimento de 50 litros.
O diesel S10 apresentou variação de 13,20% no pagamento a crédito na região do Imbirussu (abrange Jardim Panamá, Indubrasil, Santo Amaro). Na Lagoa (reúne desde o Taveirópolis até Coophavila), a diferença chegou a 12,33% para quem pagasse com dinheiro ou cartão de débito. Os preços médios encontrados nessas condições foram de R$ 6,96 e R$ 6,92, respectivamente.
No caso do diesel S500, os valores médios entre as regiões pesquisadas ficaram em R$ 6,42 para pagamentos no débito e R$ 6,53 no crédito.
A gasolina comum mais barata para pagamento no débito foi encontrada no Centro, a R$ 6,08 por litro. No crédito, o menor valor foi de R$ 6,19, registrado nas regiões do Anhanduizinho e da Lagoa.
Para o GNV (Gás Natural Veicular), os menores preços médios apareceram no Centro, a R$ 4,54 por metro cúbico, e na Lagoa, a R$ 4,59.
Etanol aditivado - Durante a pesquisa, responsáveis pelos postos relataram que o etanol comum vem sendo substituído pelo aditivado. Eles alegam que o produto teria maior rendimento e passou a ser mais procurado pelos consumidores. O levantamento, porém, não apresenta testes que comprovem essa vantagem.
O menor preço médio do etanol aditivado para pagamento em dinheiro ou no débito foi encontrado no Centro, a R$ 3,75 por litro. No crédito, o menor valor médio apareceu na região do Prosa, a R$ 3,89.
Preços recuam - Na comparação com julho, os maiores preços cobrados no crédito caíram para o diesel S500, com redução de 5,03%; diesel S10, com 2,67%; e etanol comum, com 1,87%. Gasolina comum e GNV não acompanharam esse movimento.
Entre os menores valores para pagamento em dinheiro ou no débito, houve queda em todos os combustíveis pesquisados. O etanol recuou 4,24%; o diesel S500, 3,19%; o GNV, 2,28%; a gasolina comum, 1,78%; e o diesel S10, 0,77%.
*Para conhecimento, abaixo o mapa das divisões administrativa da Capital:
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