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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

19/09/2012 12:09

Projeto traz para o Centro Oeste planejamento de transporte e logística de carga

Mariana Lopes e Paula Vitorino
O prjeto foi apresentado na manhã de hoje, na Fiems (Foto: Divulgação)O prjeto foi apresentado na manhã de hoje, na Fiems (Foto: Divulgação)

Em busca de melhorar os acessos de transporte de produtos comercializados na região, a Fiems e a Famasul fecha parceria com o Projeto de Logística Centro-Oeste Competitivo, que foi apresentado na manhã de hoje e traz um planejamento estratégico de infraestrutura de transporte e logística de cargas de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal.

O estudo realizado pela empresa Macrologística, que começou no ano passado e está previsto para terminar em abril de 2013, irá identificar as principais ofertas de transporte que precisam de investimento e melhorias, como, por exemplo, as estradas que precisam de manutenção, e repassar as solicitações ao Governo Federal.

O Centro Oeste é a terceira região do Brasil onde a empresa desenvolve o projeto. “No Norte ficou pronto no ano passado, e percebemos que o Governo Federal considera as observações do estudo para priorizar onde investir”, comenta Olivier Girard, diretor técnico da Macrologística e responsável pelo projeto na região.

O primeiro passo do projeto foi analisar as principais cadeias produtivas de Mato Grosso do Sul, para então apontar em qual a empresa iria focar. Foram localizadas 15 cadeias produtivas que representa 54 produtos, entre eles, o que se destacou foi a soja, considerada o principal produto da região.

“Hoje, os dois grandes gargalhos do Estado são qualificação profissional e transporte logístico. Investimos em cursos e agora vamos somar com o projeto. Existe competitividade, então precisamos de suporte para as empresas não fecharem”, afirma o presidente da Fiems, Sérgio Longen.

Para o presidente da Famasul, Eduardo Riedel, há muitas projetos sendo enumerados, mas nem todos atingem o ponto principal do problema. “O cobertor é curto, não dá para fazer tudo, então temos que priorizar, saber exatamente onde precisa arrumar”, enfatiza.

O estudo tem o apoio do CNI (Confederação Nacional da Indústria) e CNA (Confederação Nacional de Agricultura e Pecuária do Brasil).



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