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Campo Grande, Domingo, 27 de Maio de 2018

19/10/2015 14:10

Reinaldo diz que orçamento tem previsão realista sobre 2016

Leonardo Rocha
Reinaldo disse que crescimento vai ser abaixo do índice de inflação, em função da crise (Foto: Fernando Antunes)Reinaldo disse que crescimento vai ser abaixo do índice de inflação, em função da crise (Foto: Fernando Antunes)

O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) afirmou que o projeto do orçamento para 2016, enviado a Assembleia Legislativa, com crescimento de 6%, se trata de um previsão realista sobre a situação econômica do país, podendo ter PIB (Produto Interno Bruto) negativo para o ano que vem. O tucano ainda disse que não existe segurança econômica por parte dos estados.

"Esperamos que o crescimento chegue a 6%, o que significa estar abaixo do índice de inflação, mas ainda precisamos esperar a situação da economia nacional, estamos fazendo uma previsão realista", disse o tucano, durante a inauguração da multinacional Leroy Merlin, em Campo Grande.

O governador ainda comentou sobre as desonerações que o governo federal cometeu, que prejudicaram estados e municípios, em relação ao IPI (Imposto Sobre Produtos Industrializados), que impactou repasses do FPE (Fundo de Participação Estadual) e FPM (Fundo de Participação dos Municípios).

"O governo federal fez benefício com chapéu alheio, o que significou perda de R$ 60 bilhões entre estados e municípios, o que provocou os problemas para recompor as finanças".

Reinaldo lembrou que o governo tucano promoveu a desoneração de R$ 250 milhões no óleo diesel, para favorecer todo o setor comercial, industrial e de produção, que atinge a população, e neste momento busca equilibrar as contas com ajuste fiscal em produtos supérfluos e outros itens.

Apesar das críticas sobre a cobrança do ITCD (Imposto sobre a Transmissão Causa Mortis e Doação), o governador disse que vai manter o projeto que estipula uma faixa de isenção em imóveis até R$ 30 mil e aumenta o imposto, de acordo com o valor da propriedade.

"Se fosse em 2014, cerca de 1.700 casos seriam isentos, vamos seguir o exemplo de outros estados como São Paulo, Minas Gerais, Goiás, que seguem esta mesma lógica".



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