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Economia

Soja e celulose puxam alta das exportações de MS no 1º semestre de 2021

O mercado chinês se manteve como principal destino dos produtos exportados do Estado

Jhefferson Gamarra | 05/08/2021 17:08
Além da soja e celulose, a Cana se destacou entre os produtos exportados. (Foto: Divulgação/Semagro)
Além da soja e celulose, a Cana se destacou entre os produtos exportados. (Foto: Divulgação/Semagro)

Os valores exportados de Mato Grosso do Sul registraram bom desempenho no comércio exterior, puxados pela soja e celulose. De janeiro a julho deste ano, houve um aumento de cerca de 16,5% nos valores exportados, em comparação com o mesmo período do ano passado, com um saldo acumulado de US$ 2,8 milhões. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (05), pelo Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

A soja em grão aparece como primeiro em número de exportações, sendo responsável por 40,91% do total no Estado. O segundo produto mais exportado em 2021 é a celulose, com 20,21% de participação e redução, em termos de valor, de 16,7% em relação ao mesmo período de 2020.

Outro destaque no semestre, ficou por conta das embarcações de açúcar que passou de 2,4% para 4,39% em 2021 e ainda teve aumento de 115% no faturamento das vendas ao mercado externo. A carne bovina, o farelo de soja e o minério de ferro também apresentaram aumento nas exportações e na participação no Estado.

De acordo com a Semagro (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar), as exportações somaram US$ 4,232 milhões nos primeiros meses do ano, enquanto as importações acumulam US$ 1,340 milhão.

O milho aparece em oitavo no ranking, com crescimento de 139% no faturamento das exportações. Com o fim da safra do grão, a expectativa é de que os valores aumentem. “Assim como a soja, o milho é sazonal, o que significa que o volume enviado ao mercado externo oscila ao longo do ano. Com o fim da safra a tendência é as vendas aumentarem”, destacou o secretário da Semagro, Jaime Verruck.

O mercado chinês se manteve como principal parceiro internacional do Estado, sendo responsável por 50,5% de todas as embarcações. Só em 2021, a China elevou em 15,5% as importações, seguido pelos Estados Unidos que aumentaram 36% nas compras.

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