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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

05/10/2011 17:00

Detalhes do Super Encontro de Craques serão definidos nesta quinta-feira

Edmir Conceição

Fernando Rezende, organizador do evento, que comemora os 25 anos de realização da competição define detalhes em reunião com o deputado Marquinhos Trad.

De cima para baixo: Edu, Biro-Biro e Ademir da Guia, espetáculo nos 25 anos do Super Encontro de Craques.De cima para baixo: Edu, Biro-Biro e Ademir da Guia, espetáculo nos 25 anos do Super Encontro de Craques.

Os detalhes do tradicional Super Encontro de Craques, que completa 25 anos e terá a competição comemorativa no próximo dia 25, às 18h, na praça esportiva Elias Gadia em Campo Grande, serão definidos nesta quinta-feira, em reunião do promotor do evento, empresário Fernando Rezende, com o deputado Marquinhos Trad. Além das bodas de prata do evento, o empresário comemora seu aniversário. Ele completa 54 anos.

Nesta edição, entre os ‘craques’ de Campo Grande, participarão da competição o secretário de Obras do Estado, Wilson Cabral, o empresário José Nina e o coronel Carlos Alberto David dos Santos, comandante-geral da PM, além de alguns palmeirenses ilustres.

O Super Encontro de Craques terá, mais uma vez em Campo Grande a presença de

Ademir da Guia, Biro Biro e Edu.

Na partida, o time liderado por Fernando Rezende conta com os “supercraques”, além de empresários e políticos já confirmados como o prefeito de Campo Grande, Nelsinho Trad, e o deputado estadual Marquinhos Trad. Eles enfrentarão uma equipe convidada.

Biro Biro foi uma das maiores estrelas corintianas da década de 80, uma geração que deixou para trás a angústia dos 22 anos na fila de títulos.

Chegou ao Corinthians em 1978 e logo se destacou entre os torcedores, tanto por sua cabeleira extravagante quanto por sua atuação no meio de campo.

Jogador muito sério e disciplinado taticamente era o xerife do time até 1988.

Ademir da Guia é considerado o maior ídolo da história do Palmeiras. Filho do zagueiro Domingos da Guia, nasceu no dia 3 de abril de 1942, no Rio de janeiro.

Começou a carreira no Bangu e chegou ao time do Palestra Itália em 1961, ficando no clube até 1977, quando encerrou a carreira.

Sua trajetória fez ser apelidado de "Divino", adjetivo herdado do pai. A critica esportiva o considera o jogador mais injustiçado na história da seleção brasileira.

Apesar de toda a classe e maestria que jogava, disputou apenas uma partida em Copas do Mundo, a de 1974, quando Brasil já estava desclassificado. Em 2001, recebe homenagem por meio do livro "Divino: Vida e a arte de Ademir da Guia", de Kléber Mazziero de Souza.

Já Edu, o Jonas Eduardo Américo, ex-ponta-esquerda e ídolo no Santos, nasceu em paulista de Jaú-SP, mora em Santos e sua canhota ainda é lembrada como uma das melhores do mundo. Participou das Copas de 1966, na Inglaterra, 70 no México, e 74 na Alemanha.



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