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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

20/08/2016 18:15

Mesmo com torcida otimista, trauma da Copa não empolga final olímpica

Anny Malagolini e Guilherme Henri
Apesar da final, empolgação foi tímida (Foto: Guilherme Henri)Apesar da final, empolgação foi tímida (Foto: Guilherme Henri)

Traumatizados com o fatídico 7x1 na Copa do Mundo de 2014, quando o Brasil foi atropelado pela Alemanha, a revanche deste sábado (20) em busca da medalha de ouro parece não ter animado o torcedor campo-grandense. O verde e o amarelo não marcou presença nas ruas da cidade, como de costume, e bares ficaram vazios.

Aquele fatídico jogo do Mineirão parece que ainda não fui superado; de um simples jogo se tornou uma tragédia. Para amenizar o trauma, o Brasil precisa marcar apenas um gol a mais do que os alemães.

Apesar da revanche, o time em jogo não é o mesmo, nenhum brasileiro esteve em campo naquele 7x1. Nem o técnico é o mesmo; á época a seleção do Brasil era comandando pelo Dunga.
Nas ruas da Capital, a brincadeira tomou conta da torcida. No bar Mercearia, ponto de encontro de amantes do futebol, o jogo de hoje nada lembra as partidas do Brasil durante a Copa, e tem torcedor que explica.

Para o funcionário público Paulo Augusto, 28 anos, desde 2014 a seleção Brasileira está desacreditada, e nem a final deu conta de amenizar o rancor da torcida. “Durante as Olimpíadas preferi assisti ao time das mulheres, a tradição do futebol masculino, dessa vez não vingou”, disse.

Para o Engenheiro Civil Estevan Henn, 34 anos, o trauma só vai ser apagado com um 8x1, para o Brasil disse: “Mesmo que o Brasil ganhe, não vai superar. A vergonha da copa jamais será esquecida”.

 Brincadeiras à parte, e traumas também, tem torcedor que ainda diz se empolgar e torcer pela seleção independentemente dos resultados. "Ainda acho importante apoiar o esporte do país, não pode ser apenas na vitória". 

 



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