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Esportes

Para presidente do Operário, TJD-MS “não passa de peça ilustrativa”

Por Jeozadaque Garcia | 24/02/2012 21:30
Denúncia feita pelo Operário em 2011, contra o Rio Verde, com o visto do vice-presidente da FFMS.
Denúncia feita pelo Operário em 2011, contra o Rio Verde, com o visto do vice-presidente da FFMS.

Alvo de denúncias do Operário Futebol Clube, o TJD-MS (Tribunal de Justiça Desportiva) “não passa de peça ilustrativa na organização orquestrada por alguns”, de acordo com o presidente do clube, Tony Vieira. No mês passado, o MPE (Ministério Público Estadual) acatou denúncia do Galo e abriu Inquérito Civil para apurar supostas irregularidades na composição do órgão.

Segundo Vieira, várias denúncias de irregularidades no futebol de Mato Grosso do Sul já foram feitas pelo Operário, porém, todas arquivadas pelo Tribunal.

“O vice-presidente da FFMS [Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul, Marco Antônio Tavares] recebe as representações e denúncias em nome do TJD na sede da Federação, dando, inclusive, protocolo devidamente assinado que comprova o absurdo. Ninguém nunca falou que ele é auditor do TJD”, garante o cartola.

A denúncia apresentada pelo Operário pede a “paralisação e reestruturação” do TJD, além do afastamento de dirigentes do órgão e da Federação. A peça mostra ainda supostas irregularidades e membros que acumulam funções em outras entidades esportivas e não atendem os requisitos do CBJD (Código Brasileiro de Justiça Desportiva).

“Fatos como o protocolo de uma denúncia ser assinado pelo denunciado demonstram que tal tribunal não passa de peça ilustrativa na organização orquestrada por alguns”, critica o dirigente.

Um dos citados na denúncia é Marcos Borges Ortega, presidente da Federação de Bicicross e secretário e tesoureiro da Federação de Biribol, que seria ainda auditor do TJD.

O promotor de justiça Fabrício Proença de Azambuja está à frente do caso. Para o vice da FFMS, as denúncias de Vieira visam “apenas atingir a Federação”.

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