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Boato de reviravolta movimenta pré-campanha em MS

Por Jéssica Benitez e Anahi Zurutuza | 15/07/2022 06:00
Sistema eletrônico de votação brasileiro é seguro, concluiu TCU (Foto: Agência Brasil)
Sistema eletrônico de votação brasileiro é seguro, concluiu TCU (Foto: Agência Brasil)

Movimentação – Rumores de que pré-candidatos ao Senado e Governo retirariam seus nomes da disputa para a costura de novas alianças movimentaram os bastidores políticos nos últimos dias, em especial, na tarde desta quinta-feira (14). Mas, ao que tudo indica, tudo não passa de boato.

Conversa - Rezou a lenda que o ex-juiz Odilon de Oliveira (PSD) deixaria a campanha pelo Senado para ser vice na chapa de Marquinhos Trad (PSD). Em troca, Giselle Marques (PT) recuaria da corrida pelo comando do Estado e Marquinhos, por sua vez, apoiaria o petista Tiago Botelho para senador. PSD e PT sairiam das convenções partidárias como aliados.

Negativa – Todos os envolvidos negam. Odilon disse à coluna que segue com planos de candidatura ao Senado e que nunca houve possibilidade de desistência, inclusive aposta que estará com maior percentual de intenção de votos nas próximas pesquisas. “Estou no interior do Estado, na pré-campanha para o Senado. Meu projeto, no PSD, é para o Senado. Inexiste qualquer intenção de abandonar essa meta”.

Sem saber – O professor universitário Tiago Botelho disse que ficou “sabendo da história” pela imprensa e que jamais teve conversa neste sentido com Marquinhos ou qualquer outra pessoa.

Magoada – A advogada Giselle Marques também negou que tenha intenção de retirar sua pré-candidatura ao governo do Estado. Com covid-19 e acamada, ela se disse extremamente magoada com o rumor, o qual definiu como “fake news”. “Eu ardendo em febre e meu telefone não para”, comentou sobre ter de passar a tarde negando que desistiria do pleito.

Nota – O PT sul-mato-grossense teve de emitir nota oficial para rebater as informações. O presidente regional da sigla, Vladimir Ferreira, ressaltou que o nome de Giselle foi coroado no último dia 2 e assim permanece.

Mais – A nota também enfatizou que posicionamento da Federação Brasil Esperança no MS, composta por PT, PV e PCdoB, será tomado no próximo dia 30 e “estará de acordo com a orientação nacional de construirmos um palanque para a candidatura do ex-presidente Lula no Estado”.

Balanço – Durante sessão desta quinta-feira (14), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, o presidente, deputado Paulo Corrêa (PSDB), apresentou balanço das atividades legislativas do primeiro semestre. Foram 6.483 proposições entre projetos, vetos, moções, requerimentos, indicações, ofícios e emendas, no total. De 1 de fevereiro a 13 de julho, foram realizadas 72 sessões. Dos 231 projetos apresentados por deputados, 65 foram aprovados.

Pausa – O parlamentar explicou ainda que as atividades legislativas serão retomadas no dia 2 de agosto, após o recesso parlamentar, e que haverá votação entre os deputados para decidir se as sessões continuarão semipresenciais ou passarão a 100% presenciais, como era antes da pandemia.

Eleições seguras – O TCU (Tribunal de Contas da União) concluiu que o sistema eletrônico de votação brasileiro é seguro e não há riscos relevantes para a realização das eleições de outubro. A conclusão está em um relatório de auditoria apresentado essa semana pelo tribunal. Para os auditores, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) possui um cronograma para aprovação de projetos de defesa cibernética e há planos de contingências para evitar a interrupção do sistema em caso de incidentes.

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