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Caixão desmonta em velório e família será indenizada

Por Anahi Zurutuza e Leonardo Rocha | 20/08/2020 06:00

Indenização – Uma família vai receber R$ 10 mil em indenização de funerária depois que um caixão comprado desmontou em pleno velório. A decisão é dos desembargadores da 3ª Câmara Cível.

O velório – Tudo aconteceu em Três Lagoas, em 2016. Segundo consta nos autos, um pai de família faleceu e embora tivesse plano funerário, a empresa cobrou dos familiares valores à parte para garantir uma urna funerária de melhor qualidade. “Todavia, durante a cerimônia, o caixão começou a ceder o fundo, gerando situação constrangedora”.

Cadáver confiscado – Segundo a família do falecido, após informados, funcionários da prestadora de serviços “foram ao velório e, sem maiores explicações, retiraram o corpo, demorando mais de 1 hora para devolvê-lo”.

Condenação - “Embora a requerida afirme a impossibilidade de o fundo do caixão ter cedido, fato é que o próprio funcionário da funerária afirma que levou o caixão para outro local para averiguar o alegado defeito, o que leva a crer que se o defeito realmente inexistisse não teria sido esta a conduta do funcionário”, ressaltou o relator do processo, Odemilson Roberto Castro Fassa, ao confirmar a condenação em primeiro grau e majorar o valor da indenização

Equipamentos serão usados pela Patrulha Ambiental da Guarda Civil Metropolitana, no dia da entrega (Foto: Henrique Kawaminami)
Equipamentos serão usados pela Patrulha Ambiental da Guarda Civil Metropolitana, no dia da entrega (Foto: Henrique Kawaminami)

Esclarecimento – A equipe da Guarda Civil Metropolitana que foi capacitada e que no dia 13 de agosto recebeu uma viatura adaptada ao transporte de animais, além de equipamentos, não vai trabalhar como “carrocinha”. O esclarecimento foi feito ontem pela Sesdes (Secretaria Especial de Segurança e Defesa Social) e Subsecretaria de Bem-estar Animal.

Recolhimento – A nota explica que a equipe vai trabalhar no combate aos crimes de “maus-tratos de animais silvestres e domésticos”. Informou ainda que animais recolhidos, após denúncias, serão levados para o CCZ (Centro de Controle de Zoonoses). As secretarias garantem, porém, que não haverá o recolhimento aleatório dos cães e gatos que estiverem nas ruas.

Doação – No dia 13, a patrulha recebeu uma caminhonete, no valor de R$ 100 mil, doada pela PRF (Polícia Rodoviária Federal). Também foram entregues 10 pares de luvas, 5 óculos de proteção, 10 pares de proteção para os braços, 3 cambões, 5 caixas de contenção, 2 redes de captura e 2 pinções no valor de R$ 7 mil adquiridos pela Sesdes.

Volta - O deputado Carlos Alberto David (sem partido) voltou as atividades parlamentares, participando das sessões virtuais da Assembleia Legislativa. Ele está se recuperando da covid-19, inclusive ficou internado alguns dias no Hospital El Kadri.

De fora - Em função da doença, o parlamentar não pode participar da agenda do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), em Mato Grosso do Sul.

Recuperados - Com o retorno de David, os três deputados estaduais que tiveram covid-19 já voltaram aos trabalhos. Na lista aparece o presidente da Assembleia, Paulo Corrêa (PSDB), e Neno Razuk (PTB), que retornou as sessões on-line na terça-feira (18).

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