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20/04/2018 06:00

Câmara tenta popularizar hino da Capital

Marta Ferreira

Ajudinha – Nos últimos seis meses, a Câmara de Campo Grande já distribuiu pelo menos 6 mil “colas” da letra do Hino Nacional da cidade. Entregue em eventos abertos ao público, como sessões solenes, o panfleto dá auxílio para que ninguém faça muito feio na hora em que a música oficial da Capital toca, sempre após o Hino Nacional. A letra e a música, não por acaso, são de um vereador, Trajano Balduíno de Souza. Conta a história que a primeira vez que a canção tocou foi em 1918. 

Aproveitando – Além de facilitar que as pessoas sigam o hino, a “colinha” acaba servindo para outra função. No verso, quem ganha já fica informado de todos os endereços da Câmara nas redes sociais.

Nem todos – Os vereadores fizeram sessão solene na quarta-feira para homenagear o Dia Municipal do Jornalista, celebrado em 7 de abril. Cada um escolheu pelo menos um profissional, menos o presidente da Casa, João Rocha, André Salineiro, Antônio Cruz, todos do PSDB, e Vinicius Siqueira (DEM). Os quatro não indicaram nomes.

Ausente – Salineiro, entre os 4, é o mais avesso a esse tipo de evento da Câmara. Já reclamou dos custos, uma vez, e acabou entrando em atrito com o colega Carlos Augusto Barbosa (PSB). Desde então, não costuma participar.

Tudo indica - O deputado Lídio Lopes, presidente regional do PEN, disse que até o momento só foi chamado para conversar sobre alianças com o ex-governador André Puccinelli (MDB), pré-candidato ao governo. Ele, no entanto, ponderou que sua legenda deve conversar antes com o PSD, para que sigam o mesmo caminho nesta eleição. "Já existe uma parceria desde a eleição passada para prefeito, por isso devemos continuar no mesmo projeto".

Não curte – Salineiro, entre os 4, é o mais avesso a esse tipo de evento da Câmara. Já reclamou dos custos, uma vez, e acabou entrando em atrito com o colega Carlos Augusto Barbosa (PSB). Desde então, não costuma participar.

Mais barato – Ao comentar, na sessão de ontem, sobre as despesas do Poder Público com acidentados de motocicleta, o vereador Wilson Sami sugeriu, em tom de brincadeira, que seria mais fácil pagar transporte em aplicativos como o Uber. “Cada cirurgia custa R$ 60 mil”, exemplificou.

Tudo indica - O deputado Lídio Lopes, presidente regional do PEN, disse que até o momento só foi chamado para conversar sobre alianças com o ex-governador André Puccinelli (MDB), pré-candidato ao governo. Ele, no entanto, ponderou que sua legenda deve conversar antes com o PSD, para que sigam o mesmo caminho nesta eleição. "Já existe uma parceria desde a eleição passada para prefeito, por isso devemos continuar no mesmo projeto".

De jeito nenhum - O deputado Zé Teixeira (DEM) não perdeu a oportunidade de fazer uma brincadeira na Assembleia. Quando foi chamado para a votação, porque faltava um deputado para se chegar ao quórum mínimo de 13 parlamentares, brincou com os colegas dizendo que não representaria esse número nem nestas condições. “Não sou petista”, justificou.

(Com Leonardo Rocha)

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