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11/09/2019 06:00

Eleição de 2020 será “prova de sobrevivência” a partidos

Humberto Marques
Sérgio de Paula prevê dificuldades financeiras para candidaturas proporcionais. (Foto: Thiago Mendes)Sérgio de Paula prevê dificuldades financeiras para candidaturas proporcionais. (Foto: Thiago Mendes)

Seleção natural – Presidente regional tucano, Sérgio de Paula, acredita que as eleições de 2020 serão um aprendizado coletivo para os partidos no Estado, que estarão impedidos de realizar as gigantescas coligações proporcionais – o alinhamento de dezenas ou centenas de candidatos a vereador em torno do concorrente a prefeito. Ao final do processo, ele aposta que, no máximo, sete partidos conseguirão “sobreviver”.

Fortificante – O raciocínio é balizado em uma questão simples, observada em campanhas anteriores: médios e pequenos partidos costumavam buscar um grande nome a prefeito para ajudar a custear as campanhas. Sem coligação oficial, e com muitos partidos recebendo valores minguados dos fundos partidário e eleitoral, as candidaturas a vereador tendem a desidratar.

Cabeça e corpo – No meio político, aliás, há a aposta em dois fenômenos semelhantes país afora: chapas de vereador sem um candidato a prefeito e concorrentes aos Executivos municipais que não terão apoio oficial de aspirantes ao Legislativo – neste caso, capitalizando vários apoios informais.

À mesa – A “cisma” na bancada do PSDB na Assembleia Legislativa, decorrente das posições contrárias ao projeto do Executivo que alterou a remuneração e forma de contratação dos professores temporários, já é passado. Sérgio de Paula afirma que as arestas foram aparadas em jantar com a cúpula tucana. “Roupa suja a gente lava em casa”, sintetizou.

Liberou – O PSDB decidiu ficar fora da eleição extraordinária em Miranda para não confrontar aliados. O presidente regional explicou que foram feitas reuniões com cinco aliados tucanos na expectativa de caminharem juntos. Porém, como o grupo rachou entre as candidaturas do Patriota e do DEM, os peessedebistas optaram por não confrontar os parceiros.

Magrinha – Presa durante a Operação Trunk, Elaynne Cristina Dantas de Farias não conseguiu a revogação de prisão na Justiça Federal. Seus advogados haviam alegado perda excessiva de peso, porque a cliente não conseguia se adaptar a comida do presídio.

Balança contra – Os planos foram frustrados porque existe laudo que mostra o contrário, isto é, que Elaynne engordou depois de presa. Ela havia passado por cirurgia bariátrica antes de ser presa em Ponta Porã durante a operação que teve como alvo contrabando de cigarros.

Guardião – Os deputados estaduais aprovaram mais uma honraria na Assembleia Legislativa. Desta vez, criaram o diploma “O Homem Pantaneiro, o Guardião do Bioma”, que vai homenagear profissionais, pessoas ou entidades que tenham prestado relevantes serviços ao Pantanal Sul-Mato-Grossense.

Tatame – Também entra no calendário mais uma data que passa a ser oficial Estado: o Dia Estadual do Jiu-Jitsu. Mais forte que o futebol local –o que não é muito difícil por aqui–, o esporte será comemorado no dia 1º de outubro com a realização de seminários, aulas, palestras, concursos e a distribuição de cartazes para a divulgação do esporte.

Objetivo – Com mais dois frigoríficos habilitados a exportar carne bovina para a China, totalizando 31 plantas com status de vendedoras para o mercado externo, Mato Grosso do Sul trabalha para obter a mesma aprovação para indústrias de frango. Segundo o secretário Jaime Verruck, uma autorização de comercialização para a China seria capaz de ampliar em 40 mil aves o abate diário só de uma unidade da BRF em Dourados.

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