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Jogo Aberto

Mandetta articula para ser candidato do União ao Senado

Por Adriel Mattos e Gabriela Couto | 03/06/2022 06:00
Luiz Henrique Mandetta quando ainda era ministro da Saúde. (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
Luiz Henrique Mandetta quando ainda era ministro da Saúde. (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

Vem pra convenção – Apesar de se movimentar em busca de apoio nacional para ser o candidato ao Senado do União Brasil, o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta deve enfrentar resistência dos correligionários em Mato Grosso do Sul. O ex-ministro da Saúde procurou o secretário-geral nacional do partido, ACM Neto, para garantir sua candidatura, mas a direção estadual pede cautela. "Vai ter que passar pela convenção. Nem o ACM pode passar por cima do estatuto", esclareceu a senadora Soraya Thronicke, presidente estadual do União.

Chapa – O União já tem entendimento no Estado para coligar com Podemos, Avante, PSC e Pros. O nome do ex-procurador Sérgio Harfouche é o mais cotado para o Senado, pelo Avante. "Estamos com uma vaga de vice-governador e de Senado em aberto. Temos que jogar como time, e não pelas vontades pessoais", pontuou Soraya.

Sem perdão – O Diário Oficial de Campo Grande desta quinta-feira (2) trouxe multa de R$ 1,3 mil para o Governo de Mato Grosso do Sul, especificamente para a Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos). A justificativa é que a autarquia estadual cometeu irregularidades no sistema viário, ou seja, violação ao artigo 12 de Código de Polícia Administrativa do Município, que proíbe deixar material, inclusive de construção, nas vias públicas.

Se a moda pega – Já tem gente imaginando que a Prefeitura de Campo Grande vai precisar de edições extras do Diário Oficial para multar quem deixar entulho (restos de construções) em vias públicas da cidade. É só dar uma volta por Campo Grande para flagrar as irregularidades.

Candidato a nada – Ricardo Ayache resolveu dar basta nas especulações de que seria candidato a vice-governador ao lado de Marquinhos Trad (PSD) ou deixar a Cassems para disputar algum outro cargo em 2022. “Estou focado na gestão da Cassems, principalmente nesse período de pandemia, que exige grande dedicação e empenho. Para que não restem dúvidas, reafirmou que não me desincompatibilizei.”

Até filme – É comum que vereadores de Campo Grande apresentem moções para parabenizar cidadãos por suas contribuições à sociedade. Mas, na sessão de quinta-feira (2), Otávio Trad (PSD) "inovou" ao pedir a congratulação ao filme "No Ritmo do Coração", vencedor do Oscar de Melhor Filme neste ano. "Tive a oportunidade de ontem [quarta-feira, 1] assistir a esse filme, e me identifiquei muito pela mensagem da dificuldade de inclusão e acessibilidade da comunidade surda em todo o mundo", defendeu. A moção será enviada em nome da Câmara à representação do Estúdio Diamond Filmes, em Barueri (SP).

Não é só isso – Durante a votação do projeto que altera o nome da Rua Orestes Cavallari, no Jardim Centro Oeste, para Elza Pereira de Andrade, o 1º secretário da Mesa Diretora da Câmara, Delei Pinheiro (PSD), defendeu a atuação da Casa na seara da nomenclatura de logradouros. "Quero explicar à sociedade que vereadores não só trocam nome de rua. Este projeto corrige uma duplicidade de nome", frisou. A outra via fica na Vila Nasser.

Quem é Francisco? – O presidente da Câmara da Capital, Carlos Augusto Borges, o Carlão (PSB), tem o costume de chamar algumas vezes os colegas para votação pelo nome completo. Ao convocar Delei Pinheiro (PSD) para colher os votos sobre uma proposta pautada, Carlão chamou "Francisco Vanderlei Pinheiro". O ato falho passou batido por Delei, que na verdade, é Vanderlei Pinheiro de Lima.

Anões protegidos - Os deputados aprovaram o projeto de Evander Vendramini (PP), que cria a Política Estadual de Inclusão Social de Pessoas com Nanismo. O autor ressaltou que “ainda existe discriminação pela sociedade e que os anões não têm a chance de emprego em igualdade perante pessoas de estatura normal”. O texto segue para redação final.

Luto - O secretário estadual de Governo e Gestão Estratégica, Eduardo Rocha, perdeu o pai, Agostinho Rocha Segura, 80 anos, ontem (2). O sogro da senadora Simone Tebet (MDB) faleceu em Três Lagoas, após complicações de um AVC (Acidente Vascular Cerebral) que sofreu no dia 27 de maio. O casal participa do velório, marcado para esta sexta-feira (3).

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