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07/11/2017 06:00

Natal "magro" não deve ter prêmios para clientes

Marta Ferreira

Natal pobre – Sorteio de carros, apartamentos, barra de ouro e diversos brindes. Isso tudo ficou para os “natais” passados. Com o cenário de crise, o comércio de Campo Grande está cauteloso e, por enquanto, não há sinal de que haverá campanhas para premiar os clientes.

Pobrinho e sem luz – Embora já haja produtos típicos natalinos no comércio, decoração de Natal mesmo, ainda não se vê. Nem nos shoppings, que costumam investir mais nas luzes de Natal, o cenário lembra a época que costuma ser a mais movimentada no ano.

Negociação – Se não tem campanha de prêmios à vista, tem expectativa de negociação com os inadimplentes, na ação Nome Limpo, que pretende “reabilitar” 15 mil clientes. Mas só depois do dia 20 de novembro.

Ainda não decidiu – Por falar em facilitar a vida do devedor, o Detran de Mato Grosso do Sul ainda não tornou público se vai aderir ao sistema de parcelamento no cartão de crédito para as multas. A autorização foi dada pelo Conselho Nacional de Trânsito no mês passado e já tramita naAssembleia Legislativa projeto regulamentando o “crediário” das infrações de trânsito.

Mora e estuda bem – Para pedir que a Justiça arbitrasse fiança com alto valor para libertar o acadêmico de Medicina João Pedro da Silva Miranda Jorge, de 23 anos, que matou uma advogada em acidente de trânsito neste feriado, o MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) usou basicamente dois argumentos: mora e estuda bem.

Imprensa nacional – Para embasar a argumentação, uma matéria da revista Veja foi anexada ao processo. A reportagem ranqueia as dez faculdades de Medicina mais Caras do país e a Uniderp, onde o garoto estuda, está em primeiro lugar, por cobrar R$ 13,5 mil de mensalidade.

Classificados – Até anúncio da venda de um apartamento em site de vendas também foi anexado. O proprietário pede R$ 1,9 milhão pelo imóvel que fica no mesmo prédio onde João Pedro mora com a família.

Assunto sério – As capivaras espalhadas por Campo Grande vão ser assunto na Câmara Municipal nesta semana. Mas dessa vez não tem “fofura” sobre os bichos espalhados pelos parques da cidade. Será uma audiência pública para discutir os riscos à saúde que elas representam, às 9h na Câmara.

Preocupação – A convocação para o debate veio de duas comissões, a de Meio Ambiente e a de Defesa, Bem-Estar e Direito dos Animais. Um dos temores por exemplo é em relação a transmissão de doenças como a leishmaniose e até a febre maculosa, já que os roedores são hospedeiros frequentes de carrapatos.

Superpopulação? – Uma proposta polêmica sobre o tema é do vereador Francisco Gonçalves, que é veterinário e já comandou o CCZ (Centro de Controle de Zoones). Ele sugere castração das capivaras para controle populacional.

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