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27/09/2016 06:00

Ouvido pela Lava Jato teve negócio frustrado em MS

Waldemar Gonçalves

Figura da noite – Obrigado a depor ontem à Polícia Federal dentro da Operação Lava Jato, o empresário Thiago Nunes Cance é figura conhecida na noite de Campo Grande. Um de seus ‘feitos’ mais lembrados é a curta vida que teve a Wood’s, onde foi sócio, famosa casa noturna presente em 14 cidades brasileiras mas que, na terra do sertanejo, durou pouco mais de um ano e meio. Também teria deixado boa parte dos ex-funcionários sem receber seus direitos.

Nome do pai – Ontem, procurando ouvir o empresário sobre sua condução coercitiva, a reportagem chegou até a casa do pai dele, na região central de Campo Grande. O porteiro do prédio apenas avisou que o senhor Aurélio Cance Junior não poderia atender a equipe ontem.

Caso antigo – Na petição do MPF (Ministério Público Federal) sobre a 35ª fase da Lava Jato, os procuradores dão a entender que a suposta ligação de Thiago com o esquema de propinas investigado na Lava Jato, neste caso ligado à empreiteira Odebrecht, remonta a 2010, tendo o pai como possível beneficiário.

Lá em Campinas – Não são citados valores. Mas os procuradores lembram que pai Aurélio é “pessoa também envolvida em esquema de corrupção envolvendo a Sanasa”. A empresa é concessionária de água e esgoto em Campinas (SP), onde Aurélio foi diretor, no fim da primeira década dos anos 2000.

Espectadores – Os oito postulantes à prefeitura de Campo Grande presentes na sede da OAB-MS, ontem de manhã, foram apenas espectadores enquanto representantes da Ordem e de entidades da sociedade civil apresentavam os temas do termo de compromisso para combater a corrupção e fomentar o empreendedorismo na Capital.

Sem palanque – Não foi aberta a palavra a nenhum candidato, sob a justificativa de não infringir a legislação eleitoral. Desta vez, eles que tiveram de aguardar quase duas horas de discursos para assinar o termo de compromisso e ir embora.

Pressa – Após assinar o documento, cada candidato posava para os fotógrafos com o termo em mãos. A única exceção foi Marquinhos Trad (PSD), que rubricou rapidamente as folhas e, assim que terminou, saiu andando rapidamente do auditório, o que gerou comentários e surpresa de quem assistia. Segundo a assessoria, ele estava apenas atrasado para outra reunião.

Prejudicado – Após o evento, o prefeito Alcides Bernal (PP), em entrevista ao Campo Grande News, disse que se sentia “impedido de fazer campanha”, pois, enquanto os outros estão com tempo para ir às ruas pedir voto, ele tem que resolver os problemas da cidade. Entretanto, se diz confiante com o resultado positivo nas urnas no próximo domingo (2).

Sempre bom – “É sempre bom estar bem colocado nesses levantamentos sobre o trabalho dos parlamentares em Brasília. Mostra que estamos no caminho certo e reforça nossa convicção de que, ao exercer o mandato com honradez e equilíbrio, os frutos serão colhidos. Em agosto, ficamos entre os 100 parlamentares mais influentes do país”. A postagem é do senador Waldemir Moka (PMDB-MS), comemorando ranking como 4º melhor parlamentar do Brasil.

Outro assunto – Quem apareceu ontem na sede da Polícia Federal foi o deputado estadual Carlos Marun (PMDB-MS). Tratou logo de esclarecer que não tinha relação com a Lava Jato. Foi pedir à superintendência que dê atenção especial a alguns municípios, como Iguatemi, onde no fim de semana um policial sacou a arma durante comício.

(com Leonardo Rocha, Richelieu de Carlo, Amanda Bogo, Anahi Zurutuza e Guilherme Henri)

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