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07/01/2020 06:00

Polícia impõe veto a fotografias de presos

Marta Ferreira e Ângela Kempfer
Foto de produtos apreendidos com presos pela Polícia Militar: regra vai ser essa agora, para não expor envolvidos em crimes e desobedecer lei do abuso de autoridade. (Foto: Divulgação/Batalhão de Choque da PM)Foto de produtos apreendidos com presos pela Polícia Militar: regra vai ser essa agora, para não expor envolvidos em crimes e desobedecer lei do abuso de autoridade. (Foto: Divulgação/Batalhão de Choque da PM)

Restrição – Em vigor desde o dia 3, a lei de abuso de autoridade já produziu mudanças no comportamento das forças policiais. A forma como os casos de prisão são divulgados à imprensa está sofrendo mudanças.

Sem imagem - Na Polícia Militar, a ordem em geral é: nada de fotos nem nomes, para evitar expor os envolvidos. Indagada, a Corporação informou que já procura adotar a medida em seu dia a dia, mas diante da entrada em vigor da medida legal, reforçou a recomendação.

O que pode ? - De acordo com a resposta à coluna dada pela Polícia Militar, apenas imagem de material irregular pego durante os flagrantes será divulgada. Essa prática já existe, mas não era institucionalizada, tampouco cumprida à risca.

Manual – Na PRF (Polícia Rodoviária Federal) e na PF (Polícia Federal), é praxe não divulgar sequer iniciais dos presos, muito menos fototrafias. Pelo que a coluna identificou, essa regra será ainda mais cobrada. “Não divulgaremos fotos de presos, nem de costas”, informou a PRF. A força policial vai confeccionar uma espécie de cartilha para seus integrantes.

Não falou – O Jogo Aberto tentou saber como a Polícia Civil vai se portar a respeito. Uma dúvida é se vão continuar sendo feitas, por exemplo, “as apresentações” de pessoas presas. Não houve resposta ao questionamento sobre as mudanças em razão da lei do abuso de autoridade.

Informal – Extraoficialmente, o consenso é de que os próprios delegados de Polícia Civil vão adotar “freios”, para evitar os riscos da nova legislação. Na prática, em relação à exposição de presos, existe previsão legal e os infratores acompanhados de advogados já não passam por isso.

Dinheiro - Mato Grosso do Sul entrou na lista de investimentos do Consórcio Interestadual de Desenvolvimento do Brasil Central, com apoio do Banco de Brasília. As duas instituições firmaram acordo para financiar atividades econômicas nos 6 estados que compõem o grupo, além do Distrito Federal.

Eclético - Serão financiadas atividades de uma maneira bem abrangente, do agronegócio à cultura, passando por indústria, turismo, tecnologia, meio ambiente e comércio. O Programa BRB de Desenvolvimento Brasil Central contempla Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Tocantins e Distrito Federal.

Voando longe - O estudante do Ensino Médio, Gabriel Tiago Galdino, de Campo Grande, vai cada vez mais longe por causa da dengue. Ele levou para Los Angeles estudo que transformou o líquido da castanha de caju em inseticida contra a doença.

Adesivo - O matéria é, normalmente descartado pela indústria, mas nas mãos de Gabriel virou solução inseticida adesiva, que controla as larvas do mosquito Aedes aegypti. Nos estudos dele, o uso do produto reduziu em 97% o número de larvas em 24 horas.

No dedo - Ano de eleição é tempo de acelerar o recadastramento biométrico em Mato Grosso do Sul. Depois de parada de fim de ano, em fevereiro Cassilândia e Paraíso das Águas entram no roteiro das equipes do TRE/MS.

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