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Campo Grande, Sexta-feira, 14 de Dezembro de 2018


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07/07/2018 07:00

Secretário explica polêmica do abono

Marta Ferreira

Estava escrito - O secretário estadual de Administração, Carlos Alberto Assis, fez questão de mostrar nesta sexta-feira, durante entrevista coletiva, documento assinado, sobre as regras do acordo entre o governo estadual e os administrativos da educação em relação à incorporação do abono de R$ 200,00 aos salários. Queria mostrar que o que estava no papel foi cumprido.

Dependia – Segundo o secretário, havia uma condicionante. "O documento mostra que o nosso compromisso de incorporar o abono no salário deles era se não ultrapassasse o limite prudencial de 46,55%. Fato que ocorreu nos primeiros quatro meses. O combinado não sai caro", definiu.

Veto - Assis ponderou que existem muitos comentários de que o "governo não cumpriu o acordo", o que segundo o secretário, não é verdade. "A lei não nos permitia fazer esta incorporação (abono)".

Isso eles não mostram – O secretário citou ainda que o acordo prevê que o auxílio-alimentação de R$ 100,00 segue até a incorporação em definitivo do abono. "Esta questão os sindicalistas não estão divulgando", afirmou.

Virou piada – É rotina que artistas ligados à comédia procurem assuntos locais para fazer graça em seus espetáculos. Um deles têm sido o Aquário do Pantanal, obra que está parada em Campo Grande, depois de sete anos de lançada. Foi o que aconteceu durante espetáculo de um palhaço no circo que está instalado na cidade.

Comparação – A oportunidade de usar a demora da obra veio quando um dos envolvidos no show demorou demais a fazer seu número. “Tá demorando demais, tá parecendo o Aquário”, soltou o palhaço. Ele ainda completou dizendo que pelo tempo de obra, os peixes vão morrer de sede. A plateia adorou e gargalhou.

Sem chance – A prefeitura de Campo Grande experimentou, mas descartou utilizar o sistema que prevê a instalação de uma espécie de cesta para coletar materiais nas bocas de lobo e evitar o entupimento, que acaba levando a alagamentos. O motivo é bem simples: o custo é muito alto.


Explicando – Segundo a análise da Secretaria de Obras e Serviços Públicos, o problema é o fato de o sistema exigir uma estrutura de monitoramento das cestas. Aí reside a necessidade de investimentos altos.

Rede extensa – A prefeitura começou a fazer o teste um ano atrás, depois de ser procurada pela empresa responsável. Ele foi colocado em uma pequena parte dos 30 mil bocas de lobo existentes na cidade.

Não deu - Fã de futebol e torcedor do Vasco, o prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad, até foi à praça do Rádio assistir o jogo ontem. Mas diante do mau resultado da seleção, que terminou o primeiro tempo perdendo de 2 a zero, deixou o local e foi terminar de ver a partida em casa. 

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