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Jogo Aberto

"Vai ou fica" faz Mandetta parar no topo dos trends topics

Por Anahi Zurutuza, Ângela Kempfer e Marta Ferreira | 07/04/2020 06:00
Em coletiva no início da noite, Mandetta disse "vamos continuar" (Foto: Marcello Casal/Agência Brasil)
Em coletiva no início da noite, Mandetta disse "vamos continuar" (Foto: Marcello Casal/Agência Brasil)

Vai ou fica – O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, continua no cargo, mas o “vai ou fica” durante o dia fez o sobrenome italiano do sul-mato-grossenses parar no topo do ranking dos tópicos mais citados no Twitter no mundo. Ficou ao lado de Boris Johnson, o primeiro-ministro britânico que foi parar em UTI ontem por causa da covid-19.

Italiano – Antes de começar o pronunciamento no início da noite para dizer que continuava ministro após reunião com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), Mandetta fez jus à ascendência. Microfones o captaram dizendo. “Hora de trabalhar, por favor, já falei, lavoro lavoro, lavoro”.

Apoio – Durante a transmissão ao vivo, Mandetta revelou que o dia não foi produtivo no Ministério, mas que se surpreendeu com a atitude de muitos dos subordinados. “Teve o ‘se você sair, vamos sair junto’, gente limpando gavetas, até as minhas gavetas vocês limparam”.

Gado – No finalzinho da fala, o ministro citou trecho da canção “Tocando em Frente”, do artista de Mato Grosso do Sul, Almir Sater. “Vamos tocar em frente, como o velho boiadeiro, tocando a boiada pela estrada eu vou”. Para bom entendedor, meia palavra, ou trechinho de música, basta.

Divididos – Antes da live começar o público estava dividido entre “Fora Mandetta” e “Fica Mandetta”, mas depois do discurso, os comentários de apoio foram maioria.

Linha de frente - Na quinta-feira passada, o Ministério da Saúde lançou o programa "O Brasil Conta Comigo" para atrair profissionais de saúde voluntários e no mesmo dia, a iniciativa recebeu uma inscrição de peso: Terezinha Alves Mandetta, conforme apurou a Época. A mulher do ministro da saúde também é médica e fez o alistamento.

Ressaca - Para quem acha que anda bebendo demais em casa, por conta do isolamento imposto pela pandemia de coronavírus, os dados do mercado mostram outra realidade. O fim das aglomerações também fez cair em 15% o consumo de cerveja em Mato Grosso do Sul.

Docinho - Por outro lado, com a criançada em casa, os pais têm comprado mais refrigerantes do que em março do ano passado. Os dados são da Associação Sul-Mato-Grossense de Supermercadistas.

Ladeira abaixo - Desde que começou a 'coronacrise', a arrecadação com impostos despencou. Em Campo Grande, a coluna levantou o tamanho do prejuízo: R$ 1 milhão por dia. Essa conta se refere à entrada de IPTU e ISS nos cofres municipais, as principais fontes de caixa da prefeitura.

Eleições - O Tribunal Superior Eleitoral deve decidir até junho se adia ou não as eleições municipais deste ano, segundo declarou o ministro Luiz Roberto Barroso, do STF (Supremo Tribunal Federal), ao portal Uol. Ele assumem o comando do TSE em maio.

Resposta - A assessoria do vereador Derly dos Reis de Oliveira, o Cazuza, garantiu que nenhuma das fotos recentes postadas nas redes sociais dele foram tiradas durante a quarentena contra o coronavírus. Ontem, o Jogo Aberto publicou imagem do vereador entregando cestas básicas, com direito a abraços. A informação da assessoria é de que as fotos são do início de março.