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Artes

Hanny assistia filmes e revelava aspectos de cidadania

Por Marília Adrien de Castro, Dulce Martins e Lúcia Carolina* | 24/01/2021 12:32
Ilustrção feita por Guto Naveira.
Ilustrção feita por Guto Naveira.

A pequena Hanny, desde três meses e meio sentava-se ao lado de Dulce para assistir a filmes, novelas e outros programas televisivos,   mas dava preferência ao programa Priscila, âncora canina, apresentado na TV Colossos na Rede Globo de Televisão na década de 80.

 “Ligar a TV era motivo imediato para Hannynha saltar imediatamente no sofá e fitar atentamente, com os olhos direto na TV. No início achei que a luz chamava sua atenção, mas depois fui observando que Hanny quando via cenas de cães e crianças ficava feliz e compenetrada.

Com o passar do tempo, fazia movimentos com a cabeça de que não estava gostando do que estava vendo, mudava de canal e Hanny aquietava-se, algo que quase não comentava porque alguém podia achar que estivesse exagerando, enfatiza Dulce com algo muito sincero que a pequena pouco latia, manifestava-se muito mais com gestos.

A Sra. Ruth, mãe de Dulce quando a filha chegava do trabalho, para buscar Hanny, lhe dizia: Filha, ela ficou assistindo TV com seu pai, não saiu para nada, mas também não tirou o olho da TV.

Hanny manifesta um primeiro passo de cidadania, ou demonstra imagem comum de um cidadão de hoje. A intenção é humanos se identificarem.

*Marília Adrien de Castro, Dulce Martins e Lúcia Carolina escreveram juntas a obra literária "Hanny, Amor Eterno". São contos de uma cachorrinha que vive entre humanos e sonha com os humanos. A proposta, segundo elas, é que os homens se conscientizem mais sobre as questões animais e principalmente como os cães ocupam um espaço muito especial de amor e muitas vezes como um membro da família. As histórias de Hanny são embasadas na vida real ela existiu e até hoje vive no coração da Dulce e dos amigos.

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