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Comportamento

Vinte anos depois, fã vai às lágrimas ao encontrar Backstreet Boys de surpresa

Por Naiane Mesquita | 18/06/2015 06:34
Paulline ao lado de Nick Carter em aeroporto de Porto Alegre (Foto: Arquivo Pessoal)
Paulline ao lado de Nick Carter em aeroporto de Porto Alegre (Foto: Arquivo Pessoal)

Fã incondicional da banda Backstreet Boys, como a maioria das adolescentes na década de 90, a jornalista Paulline Carrilho, 31 anos, acreditava que as chances de encontrar pessoalmente os ídolos estavam encerradas nesta vida. Até olhar para o lado na esteira de raixo-x de um aeroporto em Porto Alegre.

Kevin Richardson na foto; integrantes foram gentis com fã
Kevin Richardson na foto; integrantes foram gentis com fã

As mãos tremendo e o choro descontrolado foram apenas alguns sintomas da emoção que a jornalista experimentava ao encontrar todos os seus ídolos reunidos em um só espaço e sem a presença de nenhum outro fã. "Eu comecei a chorar, a tremer, já me preparando para falar com eles, mas o pessoal do aeroporto viu e já começou a me barrar, tentando me tirar dali. O jeito foi esperar eles no final da escada rolante", afirma.

Paulline decidiu não arredar o pé dali enquanto não tirasse a foto com os meninos. "Todos que passavam eu pedia a foto, estava em desespero. Eles foram simpáticos, só o Brian que tentou despistar. Sempre fui muito fã do Howie D, que era o meu favorito. Dele eu pedi um abraço também, tirei uma casquinha", brinca.

Howie Dorough era o preferido da jovem, que aproveitou para tirar uma casquinha
Howie Dorough era o preferido da jovem, que aproveitou para tirar uma casquinha

Tudo isso aos olhos do noivo, que não hesitou nem um minuto em ajudar a namorada. "Quando soube que teria o show deles da turnê em Porto Alegre eu resolvi que iria e meu noivo me acompanhou. Ele nem gosta, acho que só sabe uma música, mas foi muito companheiro, ficou seis horas na fila comigo, em um frio louco que estava lá", relata.

De Campo Grande, Paulline relembra que se tornou fã da boy band com 14 anos de idade e até hoje mantém recortes de revistas dos meninos. "O show foi bem legal, eles fizeram um apanhado dos 22 anos de carreira, desde o primeiro CD. O legal é que teve gente que pagou R$ 3 mil para tirar uma foto com eles e eu só o ingresso", comemora.

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