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Campo Grande, Quarta-feira, 22 de Agosto de 2018

24/10/2017 07:54

Confira mais três jogos indies que fizeram sucesso na Brasil Game Show

Ricardo Syozi

Havia tantos games independentes nacionais na BGS 2017 que separamos mais alguns para dar destaque. Desta vez, o foco é sobre três títulos que vieram de Natal no Rio Grande do Norte em uma parceria entre o PONG e o Sebrae para trazê-los para a maior feira de games da América Latina. Cada um possui as suas próprias características, mas todos são igualmente surpreendentes e originais. Vamos conhecê-los:

Railgunners

 

Confira mais três jogos indies que fizeram sucesso na Brasil Game Show

Desenvolvido pelo Expresso Game Studio, este é mais um dos ótimos títulos de shmup, game de navinha, que vimos na BGS. A arte é super estilosa, lembra os animes dos anos 60, há três personagens disponíveis, um mais carismático do que o outro. No geral, é uma aventura de progressão lateral, controlamos uma nave e enfrentamos hordas de inimigos enquanto atiramos e desviamos das investidas alheias.

Há elementos de infinity runner onde focamos na distância que percorremos em cada jogatina. O tempo todo juntamos pontos para trocar por melhorias em nossa nave, dando aquela sensação de progressão exigida em um game do gênero. O desafio de Railgunners é condizente com o estilo, ou seja, bem difícil no começo, mas dando a chance de quanto mais jogar, mais desenvolver as habilidades e reflexos do jogador. Ele já recebeu green light na steam e será lançado em 2018.

Resonance: The Lost Score

Confira mais três jogos indies que fizeram sucesso na Brasil Game Show

Há muitos games mundo afora, mas poucos com a criatividade que Resonance oferece. O título foi desenvolvido pela galera do Demerara Games e mistura os gêneros plataforma, puzzle e até mesmo elementos de vocalidade. Aqui jogamos com Wez, um pequeno ser que logo me lembrou o Tempo do Game Gear.

Ele acabou de encontrar pistas concretas do paradeiro da mística Partitura Perdida, é a partir daí que entramos em seu mundo onde precisamos de um controle, reflexos e de um microfone, pois sem a nossa voz, os obstáculos serão imperdoáveis.

O que mais curtimos no game foi a sua jogabilidade estranha, pois movimentamos o protagonista daquele jeito padrão de sempre, porém quando nos deparamos com pedras de vidro de cores diferentes, temos que fazer com que nossa voz atinja uma nota musical específica para que possamos destruí-los e continuar a jornada. O bacaninha é que não é só gritar, mas sim manter uma frequência certa com sua voz para prosseguir. Resonance já está no ITCH, e logo mais deverá chegar na Steam.

Epiphany

Confira mais três jogos indies que fizeram sucesso na Brasil Game Show

O estúdio Black Ember trouxe uma experiência metafórica de colocar qualquer AAA game por aí no chinelo. Em Epiphany, o jogador interpreta o personagem Spark, um agente de lembrança. Ele tem o papel de resgatar as memórias de Elizabeth que sofre de amnésia.

Toda a ambientação do jogo retrata a mente de Elizabeth e de seus traumas esquecidos. Cada level aborda temas diferentes como depressão, ganância, alcoolismo, ressentimento, entre outros. Misturando elementos de RPG, Rogue-like e até mesmo MOBA, Epiphany é muito divertido e viciante. Sempre queremos ver até onde vamos, pois o senso de progressão é delicioso.

Com cerca de oito meses de desenvolvimento, o título já alcançou a green light na Steam e será lançado em 2018. Com certeza um game para ficar de olho e apoiar assim que for lançado.

Confira abaixo o vídeo em que estes três jogos são mostrados em maiores detalhes. Conheça o Vídeo Game Data Base, o museu virtual brasileiro dos videogames.

 



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