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Campo Grande, Quinta-feira, 17 de Outubro de 2019

27/06/2019 07:57

Portinha serve bubble waffle para o cliente “se matar” de comer doce

No “Point do Magrelo”, localizado no Jardim Imperial, cliente pode montar copo, tigela, barca e bubble waffle com muita guloseima.

Thailla Torres
Bubble waffe batizado de Magrelo Waffle é daqueles lotados de guloseimas. (Foto: Kísie Ainoã)Bubble waffe batizado de "Magrelo Waffle" é daqueles lotados de guloseimas. (Foto: Kísie Ainoã)

 

Na onda dos waffles com “bolhas” que ganharam as grandes capitais no ano passado, uma portinha do bairro Jardim Imperial serve a guloseima com recheios à escolha do cliente. O lugar que abriu as portas há três anos como “Point do Magrelo” é sonho de um casal que arriscou tudo para ser dono do próprio negócio e matar aquela vontade de doce.

Fabiana Oliveira Lopes, de 34 anos, é quem prepara diariamente as massas dos waffles que podem ser feitos de baunilha ou chocolate vendidos no prato ou enrolados no cone. Os preços partem de R$ 15,00 e você pode caprichar na diversidade acompanhamentos. Em cada prato você escolhe até 6 acompanhamentos e tem opções de chocolate, confetes, frutas, biscoitos recheados, marshmallow, jujubas e muita calda.

Casal largou emprego fixo para ser dono do próprio negócio.  (Foto: Kísie Ainoã)Casal largou emprego fixo para ser dono do próprio negócio. (Foto: Kísie Ainoã)

É o tipo de doce que não se come sozinho, mas há quem arrisque, garante a dona. “Tem uns apaixonados por doce que comem inteiro”. A ideia é deixar todo mundo satisfeito. “Doce faz a cabeça de qualquer um, né? Aqui a gente prepara tudo para saciar aquela vontade de açúcar”.

O carro-chefe no bairro ainda não é o bubble waffle, que ali foi batizado de “magrelo waffle”, porque ainda muita gente não o conhece. “O doce já é popular, mas como poucas pessoas no bairro conhecem e o campo-grandense não experimenta muito o desconhecido, não é todo mundo que pede. Mas o açaí é nossa estrela”.

Diariamente, a casa tem muitas opções de açaí e as entregas são feitas até as 23h para ninguém ir dormir sem vontade de comer doce. Servidos em copos de 300 ml a 1 litro, também é possível caprichar nos acompanhamentos que podem ser montados de acordo com as preferências do cliente. Quanto maior o copo, mais chances de lotar o açaí com acompanhamentos.

O cliente pode escolher entre as versões de barcas de açaí, como a versão pequena de R$ 31,00 com sete acompanhamentos ou versão gigante de R$ 245,00 com 10 acompanhamentos e que chega a pesar 6 quilos. A barca maior serve 9 pessoas. “É tamanho família ou para quem vem de turma”, explica Fabiana.

Açaí de 1 litro também vem bem recheado.  (Foto: Kísie Ainoã)Açaí de 1 litro também vem bem recheado. (Foto: Kísie Ainoã)

O começo – Um carrinho pequeno, um moedor de cana e algumas guloseimas. Foi assim, que em 2016, o casal resolveu mudar de vida e ser dono do próprio negócio. Casado com Fabiana há 19 anos, Mauro José Nascimento, de 39 anos, veio de São Paulo tentar uma vida melhor por aqui. Magrelo lembra de que tinha emprego fixo e salário garantido na conta quando Fabiana decidiu arriscar na garaparia. “A gente fica com medo porque é uma incerteza né, mas acabei escutando-a”.

Fabiana vendeu a moto que tinha para comprar a garaparia. Durante um ano eles venderam em diversos pontos da avenida Capital até que conseguiram um lugar fixo. “Do carrinho passamos para a nossa loja, que é simples, pequenininha, mas que protege nossos clientes. Nosso sonho mesmo agora é ganhar todos os bairros”.

A entrega é feita na região do Jardim Imperial e no centro. O casal ainda não consegue atender todas as regiões da cidade por causa da qualidade. “Não dá pra ser muito distante para que o açaí chegue inteiro. Aqui é uma cidade muito quente, então a gente precisa limitar. Mas um dia vamos atender todas as regiões”.

O lugar abre todos os dias, exceto as quintas-feiras, das 15h às 23h. Está localizado na Rua Francisco José Abrão, 828, Jardim Imperial.

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Barca para se matar de comer doce e açaí. (Foto: Arquivo Pessoal)Barca para se matar de comer doce e açaí. (Foto: Arquivo Pessoal)
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