Após dois meses de estiagem, chuva renova esperança na Serra do Amolar
Precipitação reduz momentaneamente o risco de incêndios em região do Pantanal
Após dois meses de estiagem, a chuva voltou a cair na Serra do Amolar, no Pantanal, neste domingo (13). O registro foi feito pelo coronel Ângelo Rabelo, fundador do IHP (Instituto Homem Pantaneiro), que comemorou a precipitação em uma época marcada pelo tempo seco e pelo aumento do risco de incêndios florestais.
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Após dois meses de estiagem, a chuva voltou a cair na Serra do Amolar, no Pantanal, neste domingo (13). O registro foi feito pelo coronel Ângelo Rabelo, fundador do IHP, que celebrou a precipitação e destacou que ela reduz, temporariamente, o risco de incêndios. Ele alertou, porém, que o período crítico não acabou e que equipes devem permanecer preparadas para combater focos de fogo nos próximos meses.
Em vídeo publicado nas redes sociais, Rabelo mostrou a chuva na região e destacou que a mudança no tempo contrariou previsões de ausência de precipitações e temperaturas elevadas. Segundo ele, a chegada da água traz alívio e diminui, ao menos momentaneamente, a possibilidade de incêndios e novas perdas de biodiversidade.
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“A chegada não prevista da água nos assegura renovação e vida. Somos movidos pela necessidade das correntezas e seus impulsos de renovação”, afirmou ao Campo Grande News.
O alívio, porém, não significa que o período crítico tenha terminado. O coronel ressaltou que a chuva não elimina a responsabilidade de manter equipes e estruturas preparadas para enfrentar possíveis focos de incêndio nos próximos meses.
A precipitação ocorre durante a estação seca no Pantanal, quando a redução das chuvas, a baixa umidade e a vegetação ressecada deixam o bioma mais vulnerável ao avanço do fogo. Por isso, mesmo episódios de chuva são recebidos como um reforço temporário, e não como garantia de que o risco acabou.
“As águas despertam um sorriso de esperança e de que ainda acreditamos em dias melhores”, completou Rabelo.
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