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Campo Grande, Sábado, 19 de Outubro de 2019

28/08/2019 11:54

Em complemento a obra do lago, máquinas retiram 4 mil m³ de areia de nascente

Além da retirada de areia, a Prefeitura aumentou a barragem para contenção de sedimento

Fernanda Palheta
Maquinas retiram areia de nascente do Córrego Révillon, nos altos da Avenida Mato Grosso (Foto: Divulgação/ PMCG)Maquinas retiram areia de nascente do Córrego Révillon, nos altos da Avenida Mato Grosso (Foto: Divulgação/ PMCG)

A Prefeitura de Campo Grande retirou 4 mil metros cúbicos de areia e concluiu o desassoreamento das nascentes do Córrego Révillon, nos altos da Avenida Mato Grosso. A obra é uma medida complementar a drenagem do lago principal do Parque das Nações Indígenas, cartão postal da Capital.

Além da retirada de areia, a Prefeitura aumentou a barragem para contenção de sedimento na entrada da galeria de águas pluviais, que passou a ter 2,5 metros de altura. Durante a obra, parte da tubulação que foi danificada por enxurradas também está sendo reconstruída por equipes da Sisep (Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos).

De acordo com o superintendente de Serviços Públicos da Sisep, Medhi Talayeh, o desassoreamento e ampliação da barragem na nascente do Réveillon é uma medida preventiva. Segundo ele, em 2020 está previsto a construção de um piscinão, com capacidade para 22 milhões de litros de água.

Segundo o secretário de Infraestrutura e Serviços Públicos, Rudi Fiorese, além de recuperar o cartão postal, as obras terão um papel importante no controle de enchentes. Fiorese explica que os lagos terão maior capacidade, podendo armazenar 65 mil metros cúbicos de água.

Desassoreamento - A etapa de retirada da areia, que ameaçava o lago do Parque das Nações Indígenas, foi concluída pela Prefeitura de Campo Grande há duas semanas.

A obra começou no dia 11 de junho e em dois meses, foram retirados 135 mil metros cúbicos de areia, numa operação que exigiu 12,5 mil viagens de caminhão do Parque das Nações até o local de descarte nos fundos do Cetremi (Centro de Triagem e Encaminhamento do Migrante e População de Rua). O lago ficou com pontos que têm de 3 a 5 metros de profundidade.

O desassoreamento foi concluído dois meses antes do previsto inicialmente, também de acordo como o que já havia sido anunciado pela administração municipal.

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