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Campo Grande, Domingo, 10 de Dezembro de 2017

22/09/2013 08:21

Após morte de aluna, Assembleia e Câmara debatem violência nas escolas

Leonardo Rocha

Após a morte da estudante Luana Vieira Gregório, 15 anos, no último dia 11 deste mês, na Escola Estadual José Ferreira Barbosa, tanto o legislativo municipal de Campo Grande, como a Assembleia Legislativa resolveram promover audiências públicas sobre violências nas escolas.

A Câmara Municipal de Campo Grande será a primeira a discutir o tema, em audiência marcada para próxima quarta-feira (25), às 15 horas na Casa de Leis. Com o tema “Violência nas escolas: causas, prevenção e debate” foram convidados autoridades e membros da sociedade civil organizada.

Esta iniciativa partiu da comissão permanente de segurança pública da Câmara, tendo o vereador Chiquinho Telles (PSD) com um dos organizadores do evento. Ele convidou 150 escolas, além de faculdades, conselhos tutelares e o juizado de infância e adolescência.

Discussão – Já na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Cabo Almi (PT), que também preside a comissão de segurança do legislativo estadual, marcou na ultima quarta-feira 918) uma audiência pública para discutir o mesmo assunto em decorrência da morte da estudante.

“Iremos nos reunir para discutir soluções em relação a este problema, assim como vamos cobrar para que haja uma presença maior de policiais nas intermediações das escolas, para que haja o mínimo de segurança”, destacou ele.

A audiência pública na Assembleia foi marcada para o dia 21 de outubro e terá a participação de representantes da segurança pública, além de membros da rede estadual de ensino. Os deputados adiantaram que será pedido um efetivo policial maior nas intermediações das escolas estaduais, principalmente nas periferias.



ATÉ QUE ENFIM OS LEGISLADORES DO POVO ACORDARAM DEPOIS QUE MORRE PESSOAS NAS ESCOLAS, SÃO AGREDIDAS,VIOLENTADAS, CADÊ A SEGURANÇA, AS INICIATIVAS DA SEGURANÇA, NAS ESCOLAS TEM QUE TER A GUARDA PATRIMONIAL E A SEGURANÇA DOS ALUNOS E PROFESSORES ATÉ PELO 4 QUARTEIRÃO DAS ESCOLAS, ONDE ACONTECEM AS BRIGAS E VENDA DAS DROGAS, TEM QUE TER POLICIAL P2(SERVIÇO DE INTELIGÊNCIA) INFILTRADO NO MEIO DOS ALUNOS, MONITORAR AS REDES SOCIAIS QUE CHAMAM PARA AS BRIGAS, OS PAIS DE ALUNOS E POVO JÁ ESTÃO CANSADOS,OS SERVIDORES SÃO PAGOS PELO POVO TRABALHADOR, CHEGA DE POLITICA BESTA VAMOS TRABALHAR PELO POVO QUE SOFRE AS CONSEQUÊNCIAS, ENQUANTO O TRABALHADOR TEM AUMENTO DE 6% PREVISTO P/ 2013, ESSES POLÍTICOS TEM 70%, ISTO É UMA VERGONHA, VAMOS PAGAR MELHOR OS PROF. E POLICIAS QUE ARRISCAM AS SUAS VIDAS.
 
Hermes de Campos Pinto em 22/09/2013 12:34:22
Esses parlamentares que promovem esse tipo de encontro para discussões já deveriam ter aprendido que as conversas não levam a nada como resultado. Para que tivessem um bom resultado, seria necessário que só permitisse à entrada no plenário, para àqueles que já leram o ECA. Sem essa leitura, tudo vira um monte de suposições que não fazem parte da realidade e, também, os leitores iriam descobrir que o ECA é ótimo e que, quem esta falhando são as pessoas encarregadas do seu cumprimento. Àqueles que são responsáveis pelos direitos que as crianças tem, antes de entrarem no mundo da marginalidade; saúde, educação e trabalho para a família.
 
Mauro Coutinho em 22/09/2013 12:27:30
Essa conversa, já fez 30 anos, professores, procurem outro trabalho.
Sem professores, quem sabe teremos uma solução.
 
Mirella Forti Cossignani em 22/09/2013 11:24:46
Uma coisa a ser feita quanto a isso é devolver aos pais o direito de educar seus filhos, que foi proibido por nossas leis absurdas e cobrar a responsabilidade dos mesmos. Muitos estão colocando filhos no mundo apenas para terem direito aos auxílios que são dados de mão beijada pelo governo, e com isso, quem sofre é a população, que tem que ajudar a sustentar esses através de altíssimos impostos e se vêem refém desses mini-marginais que aí estão, porque nem trabalhar eles podem, pois a lei não permite.
 
Ivone Arguelho em 22/09/2013 09:37:08
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