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Campo Grande, Domingo, 22 de Outubro de 2017

30/10/2016 20:20

Bernal diz ter feito diferença no 2º turno e que espera transição tranquila

Atual prefeito espera que eleito cumpra compromissos de campanha

Yarima Mecchi
Bernal disse que Rose não teria condições de administrar a Capital. (Foto: Alcides Neto)Bernal disse que Rose não teria condições de administrar a Capital. (Foto: Alcides Neto)

O atual prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal (PP), disse que está pronto para começar a transição da sua administração para o candidato eleito neste domingo (30), Marquinhos Trad (PSD). De acordo com Bernal, o processo de transição será feito de forma tranquila e amigável.

Ele que apoiou Marquinhos no segundo turno acredita que fez a diferença para o resultado final das eleições 2016. “Estamos à disposição para a transição. Quando ele montar a equipe de transição dele, já está com portas abertas. Ele foi eleito, a vontade popular foi respeitada. Eu fico satisfeito porque percebo que nosso apoio fez a diferença”.

Bernal diz que espera do prefeito eleito que ele cumpra os compromissos feitos. Também prometeu inauguração até o fim de seu mandato. “Inauguramos unidade de atendimento da saúde. Estamos concluindo unidades da área da educação”.


O atual chefe do Executivo municipal reforçou que Marquinhos se comprometeu em continuar com projetos atuais e acredita na palavra dele. Bernal declarou ainda que o vencedor não vai se misturar com políticos envolvidos em escândalos.

“Ele se comprometeu em implementar convênios com Exército, por exemplo, para a recuperação das vias. Continuar asfaltando os bairros da região norte e do sudoeste. Ele disse que não vai dar guarida pessoas envolvidas em escândalos como Gisa, Máfia do Câncer, Coffee Break, Lama Asfáltica”.

Em relação à diferença de 17,54% dos votos válidos entre Marquinho e Rose Modesto (PSDB), aliados a abstenção e os brancos e nulos, o atual prefeito é categórico em dizer que os números demonstram aversão dos eleitores em relação a política. “Considero esse percentual significativo. Tem gente que pegou nojo porque viram crimes que foram desvendados e políticos envolvidos continuam se apresentando como candidatos. As pessoas se sentem impotentes e se distanciam”.

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