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19/02/2015 14:03

Câmara retorna do Carnaval com briga por presidência de comissão

Kleber Clajus
Sessão pós-recesso teve 16 parlamentares presentes e somente três justificativas de ausência (Foto: Kleber Clajus)Sessão pós-recesso teve 16 parlamentares presentes e somente três justificativas de ausência (Foto: Kleber Clajus)

Desavença e aprovação do Dia Municipal do Idoso marcaram retorno, nesta quinta-feira (19), dos trabalhos na Câmara Municipal de Campo Grande. A presidência da Comissão Permanente de Transporte e Trânsito foi alvo de bate-boca e terá que indicar nome de consenso até a próxima semana.

A confusão ocorreu quando Alceu Bueno (PSL) acusou a Mesa Diretora e parlamentares mais antigos por anular proposta que o que o tornaria presidente da comissão, composta pelos vereadores Chiquinho Telles (PSD), Vanderlei Cabeludo (PMDB), Edson Shimabukuro (PTB) e Flávio César (PT do B).

O presidente da Casa de Leis, Mario Cesar (PMDB), reagiu negando qualquer tipo de interferência na definição dos cargos dentro das comissões.

“Não podemos ser culpados se não tiveram competência [para definir]. Que se reúnam e decidam até terça-feira”, frisou o peemedebista, ressaltando que prerrogativas de maior bancada foram substituídas pelo bom senso entre os pares.

Para Carlos Augusto Borges, o Carlão (PSB), o que ocorreu foram “desavenças” entre os parlamentares, enquanto Chiquinho resumiu tudo a “falta de comunicação que virou uma bagunça a comissão”.

Apesar da confusão, os vereadores aprovaram projeto que institui 1º de outubro como Dia Municipal do Idoso. Na ocasião também se prevê realização de eventos alusivos a terceira idade, além de homenagem de duas personalidades por parlamentar.

Retorno ao trabalho – Na sessão pós-recesso de Carnaval estiveram presentes 16 dos 29 parlamentares. Apenas três apresentaram justificativa de ausência.

Dentre os presentes estiveram Mario Cesar (PMDB), Edil Albuquerque (PMDB), Loestes Nunes (PMDB), Chiquinho Telles (PSD), Coringa (PSD), Otávio Trad (PT do B), Eduardo Romero (PT do B), Gilmar da Cruz (PRB), Ayrton Araújo (PT), Thaís Helena (PT), João Rocha (PSDB), Alceu Bueno (PSL), Luiza Ribeiro (PPS), Carlão (PSB), Cazuza (PP), Saci (PRTB) e José Chadid (sem partido).

Já Edson Shimabukuro (PTB), Herculano Borges (SD) e Paulo Siufi (PMDB) foram os únicos a ter justificativa apresentada durante a sessão. Os motivos foram, respectivamente, por problemas de saúde, compromissos partidários e pessoais.

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