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Campo Grande, Quarta-feira, 16 de Agosto de 2017

20/03/2016 09:03

Delcídio vai apresentar novas informações sobre Pasadena, diz jornal

Leonardo Rocha
Delcídio poderia acrescentar novas informações sobre Pasadena (Foto: Delcídio vai apresentar novas informações sobre Pasadena (Foto: Geraldo Magela /Agência Senado)Delcídio poderia acrescentar novas informações sobre Pasadena (Foto: Delcídio vai apresentar novas informações sobre Pasadena (Foto: Geraldo Magela /Agência Senado)

O senador Delcídio do Amaral (sem partido) irá apresentar novas informações sobre a compra da refinaria de Pasadena, pela Petrobras, que irá envolver a presidente Dilma Rousseff (PT) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Esta aquisição foi uma das primeiras denúncias, que deu origem as investigações realizadas na estatal.

De acordo com o jornal O Estado de São Paulo, estas novas informações serão repassadas para os investigadores da Operação Lava Jato, sendo que os fatos devem ser incluídos na delação premiada que já foi fechada e homologada pelo STF (Supremo Tribunal Federal).

A justificativa é que a legislação não estabelece prazo para o delator alterar a sua colaboração, sendo que esta opção depende de como este acordo foi firmado entre as partes. Segundo a reportagem, no caso de Delcídio, existe uma janela de 30 dias a partir da homologação, para que novos fatos sejam acrescentados.

Este segundo momento seria para aprofundar alguns tópicos que não foram bem detalhados na delação, sendo que a compra de Pasadena, seria um dos escolhidos para se buscar mais informações na investigação. Na delação fechada, existe apenas uma pagina sobre o tema, no entanto haveria mais questões a serem repassadas.

Delcídio disse na delação ter ajudado Cerveró no auge da crise da Petrobras, além disto também destacou que a presidente Dilma (Rousseff) tinha pleno conhecimento sobre todo o processo de aquisição e de tudo que foi tratado, lembrando que ela sempre foi "detalhista" e "centralizadora". Ele ainda revelou que a compra durou apenas um dia entre o Conselho Administrativo e Diretoria Executiva, que custou aos cofres públicos US$ 1,3 bilhão.

O ex-diretor da Petrobras, Nestor Cerveró, afirmou em sua delação, que em troca de um contrato no valor de R$ 4 bilhões modernizar a refinaria, a construtora Odebrecht se dispôs a adiantar uma propina de R$ 4 milhões para campanha do presidente Lula, no ano de 2006.




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