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Política

Deputado busca investimentos em educação para quatro municípios de MS

Por Leonardo Rocha | 12/06/2015 12:03
Deputado Felipe Orro vai buscar junto ao governo, recursos para investimento em educação (Foto: Divulgação)
Deputado Felipe Orro vai buscar junto ao governo, recursos para investimento em educação (Foto: Divulgação)
Unidade da UEMS em Mundo Novo precisa de mais salas e laboratório (Foto: Divulgação)
Unidade da UEMS em Mundo Novo precisa de mais salas e laboratório (Foto: Divulgação)

O deputado Felipe Orro (PDT) busca junto ao governo estadual, uma série de investimentos em educação, para quatro municípios do Estado: Mundo Novo, Nova Alvorada do Sul, Dourados e Miranda. As ações se concentram em obras, capacitações, implementações de cursos e melhoria nos serviços das unidades educacionais.

Para a cidade de Nova Alvorada do Sul, busca a implantação do curso do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica, que vai capacitar os profissionais. “Ganham os professores e ganha a Educação como um todo, pois reflete na melhor transmissão do conhecimento aos alunos”, disse o parlamentar.

Na região de Dourados, foi solicitado a cedência de parte da Escola Estadual São José, que fica no distrito de Indápolis, para ser instalado o CEI (Centro de Educação Infantil Municipal), tendo a disposição a creche, no mesmo local. Esta mudança se trata de uma demanda dos vereadores da cidade, que ressaltam que o lugar é carente deste atendimento.

Outra reivindicação é o estabelecimento de convênio entre a prefeitura de Miranda e o governo estadual, para construção de uma cobertura na quadra de esportes, da Escola Municipal Gumercindo Ribeiro. O município explica que não tem recursos para viabilizar o projeto sem parceria.

Para a UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul), fica a solicitação de um laboratório de pesquisas, além de outras salas de aula, na unidade de Mundo Novo. Esta pauta foi inclusive levantada pela Câmara Municipal do município, porque apesar de existir curso de Gestão Ambiental há quatro anos, a estrutura está precária, com alunos sendo obrigados a assistir aulas no anfiteatro.

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