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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

30/10/2014 11:57

Deputado critica Semed por não cumprir ordem judicial em escola

Leonardo Rocha
Deputado Pedro Kemp usou o plenário para criticar Semed, que segundo ele, não cumpriu ordem judicial (Foto: Giuliano Lopes/ALMS)Deputado Pedro Kemp usou o plenário para criticar Semed, que segundo ele, não cumpriu ordem judicial (Foto: Giuliano Lopes/ALMS)

O deputado Pedro Kemp (PT), utilizou na sessão de hoje (30), o plenário da Casa de Leis, para criticar a Semed (Secretaria Municipal de Educação), de Campo Grande, por não cumprir a decisão judicial, que em liminar, exigiu que houvesse uma professora a disposição de uma aluna, com síndrome de down, na Escola Municipal Arassuay Gomes de Castro, no bairro Amapá.

Kemp afirmou que desde o início do ano, a mãe da aluna, que está no 2° ano fundamental, solicitou a escola uma professora auxiliar para ficar a disposição da filha, já que ela estava com dificuldades no aprendizado. No primeiro momento, de acordo com ele, a Secretaria disse que não havia esta possibilidade.

A mãe então pediu apoio do deputado, que encaminhou a situação para o MPE (Ministério Público Estadual). "O Ministério Público notificou a Semed, que colocou uma estagiária a disposição, como babá, mas a menina precisa de uma professora", disse o petista.

O MPE então preferiu verificar novos casos, para depois entrar com uma ação coletiva na justiça. "Aconselhei a mãe a entrar na justiça de forma individual, ela tomou esta atitude e a juiz concedeu liminar a favor, na semana passada, obrigando a Semed a colocar uma professora a disposição, mas isto não foi cumprido", disse ele.

Kemp ressaltou que ontem (29), quando venceu o prazo concedido pela justiça, a mãe encontrou apenas uma técnica da Semed na sala de aula e hoje (30), foi colocada uma professora de artes visuais, que não tem o curso de Pedagogia. "A Secretaria está enrolando esta mãe, que luta há um ano para que a lei seja cumprida, hoje o juiz será informado que sua decisão não foi acolhida", completou.

O deputado disse que a mãe pediu para não ser identificada, mas o seu caso já levou outras 12 pessoas a procurá-lo para resolver questões parecidas. "Esta liminar precisa ser cumprida, pois isto pode gerar até um mandato de prisão", disse o deputado.

Entramos em contato com a assessoria da prefeitura de Campo Grande, que informou que esta ordem judicial foi cumprida, pois de acordo com o executivo, foi designado um profissional da Semed para ficar a disposição da aluna, na Escola Municipal Arassuay Gomes de Castro, seguindo o que foi determinado na liminar.

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Eu acho que as crianças com necessidades especiais deveriam ter aulas com atendimendo especializado, senão o máximo que vai acontecer é falarem "veja que lindo uma criança com síndrome de down incluida" , mas na realidade como fica a formação da criança especial? Se das crianças "normais" (veja, estou tomando maior cuidado pra não ofender ninguém) já tem dificiuldades, imagina alguém que precisa de um apoio maior. Eu não digo isso no sentido de excluir nem nada, mas eu já trabalhei em escolas exatamente acompanhando crianças portadoras de necessidades, e isso que se faz é só tapar o sol com a peneira.
Uma solução que eu acredito é a mistura das duas uma escola especial e uma escola normal aliada a um suporte das condições da criança.

 
Cyro Escobar Ribeiro Neto em 30/10/2014 12:48:44
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