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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

03/07/2013 12:46

Deputados divergem sobre propostas para reforma política

Leonardo Rocha
Deputado quer votação em dois turnos para vereadores e deputados (Foto: divulgação)Deputado quer votação em dois turnos para vereadores e deputados (Foto: divulgação)

Os deputados colocaram a reforma política como principal discussão na sessão de hoje, na Assembleia Legislativa. Eles demonstraram que temas como voto distrital, financiamento público de campanha e diminuição de partidos não se tem  consenso e que cada um tem uma proposta diferente para a reforma.

O deputado estadual Pedro Kemp (PT) levou a questão à tribuna da Casa de Leis, ele defendia uma constituinte específica sobre o tema, porém se decepcionou com o recuo da presidente Dilma Rousseff (PT). “Ela deveria ter mantido a ideia, o Congresso (Nacional) já demonstrou que não consegue votar a reforma”, destacou.

O petista é favorável a diminuição de partidos, financiamento público de campanha e voto para o legislativo em dois turnos. “No primeiro (turno) se votaria apenas na legenda, depois no segundo escolheria os candidatos do partido”. Sobre o financiamento, Kemp destacou que existe muito abuso de poder econômico. “Nesta prática está à origem da corrupção, já que quem doa (recursos) depois vai cobrar participação na gestão ou no mandato do político”, apontou.

Amarildo Cruz (PT) também seguiu esta linha e destacou que aqueles que são contra o “financiamento público” são justamente os que se beneficiam do atual modelo. “Querem continuar comprando títulos de nobreza e usando o dinheiro para se eleger”, enfatizou.

Já o deputado Zé Teixeira (DEM) levantou outra questão, ele quer a diminuição de partidos, que segundo ele, são apenas de “alugueis” e aparecem somente para “lucrar”. “Temos que seguir os Estados Unidos que tem dois partidos, aqui tem mais de 30, a maioria só atrapalha”, ressaltou. Teixeira ainda criticou o surgimento de novas legendas, como a Rede da ex-ministra Marina Silva. “Será que em 32 partidos ela não se encontrou? Precisa de um novo?”, questionou.

Rinaldo Modesto (PSDB) aproveitou para defender o voto distrital, pois assim cada região teria um representante. “A maioria dos eleitores não lembra em quem votou para deputado e vereador depois de quatro meses, com este formato esta situação mudaria”.

O presidente da Assembleia, Jerson Domingos (PMDB) foi mais enfático e ressaltou que o Congresso deve entrar em acordo e estabelecer uma regra “fixa” para eleição e não deixar que a justiça eleitoral mude as regras a cada novo pleito eleitoral. "Já passou da hora da aprovação da reforma política e tributária", apontou.



A reforma política no Brasil deve vir com a moralização dos ja costumeiros atos de alguns políticos profissionais, deve acabar as regalias absurdas dos parlamentares, reduzir a quantidade de assessores, reduzir as ajudas financeiras, acabar com a imunidade parlamentar, permitir apenas uma reeleição em cada cargo, acabar com o absurdo da aposentadoria parlamentar e aplicar aos políticos o mesmo sistema existentes para o resto da sociedade, enfim, colocar a categoria política no mesmo grau de igualdade da população.Não estou sonhando não, nossa constituição prega igualdade, acabar com privilégios de poucos é buscar a igualdade. Se isso acontecer além de termos um Brasil mais honesto, muita gente corrupta abandonará a política deixando pra quem realmente quer lutar por um país melhor.
 
João Barbosa em 03/07/2013 16:08:01
FIM da REELEIÇÃO para os parlamentares do LEGISLATIVO!!!!
 
Alex Moraes em 03/07/2013 14:07:57
Esse negócio de "financiar campanha com dinheiro do povo" e ladroagem na maior cara-de-pau! Quer se candidatar? Se vira e banque sua carreira! Ninguém do governo pagou minha faculdade! A leis penais devem ser aplicadas aos políticos com penas mais severas do que a destinadas aos cidadãos, já que o erro deles afeta milhões de cidadão(causando até mortes!) e se enquadra em crime contra a nação! Os salários dos mesmos deveriam ser reduzidos a no mínimo 50% do atual e sem benefícios, ja que o trabalhos dos mesmos não ofecerem risco de vida(como políciais e bombeiros) e nem salvam vidas(proficionais da saúde e professores). Se não gostarem que saiam, por que muita gente querendo entra para fazer o justo e honesto na política!
 
Alexandre de Souza em 03/07/2013 13:21:36
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