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Campo Grande, Terça-feira, 19 de Março de 2019

27/12/2018 11:45

Desafio é reduzir gastos com folha de pagamento, avalia Reinaldo

Intenção é fazer cortes em cargos comissionados na próxima gestão a partir de janeiro

Leonardo Rocha
Governador Reinaldo Azambuja (PSDB) durante evento na sede do Detran (Foto: Marina Pacheco)Governador Reinaldo Azambuja (PSDB) durante evento na sede do Detran (Foto: Marina Pacheco)

O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) disse que o desafio da sua próxima gestão é reduzir os gastos com a folha de pagamento, que segundo ele, já está próximo do limite prudencial fixado pela LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal). Ele ponderou que ainda não tem uma meta para estes cortes, mas que o assunto estará na pauta do executivo.

“Já fizemos o reordenamento dos cargos comissionados, mas o desafio a partir de 2019 e nos próximos anos é diminuir os gastos com folha de pessoal”, disse Azambuja, durante entrega de obras e lançamento de aplicativos, na sede do Detran-MS. Ele adiantou que os cortes devem ser nos cargos comissionados, que são os de confiança.

Reinaldo ponderou que é preciso “enxugar gastos” para sobrar recursos aos investimentos em áreas essenciais. “Se diminui a despesa com pessoal, para sobrar mais à população”, explicou. Sobre o limite prudencial, o tucano ponderou que também depende do aumento de receita, que poderia “aliviar os cofres públicos”.

Para o tucano o segundo mandato deve seguir a estratégia de “gestão eficiente”, com controle dos gastos, para ter resultados, assim como ocorreu nos primeiros quatro anos. “Para isto precisa diminuir despesas, nós tivemos anos de crise financeira, com queda do PIB (Produto Interno Bruto) e caos nos estados, mas fizemos o dever de casa".

Estrutura – O governador reduziu ainda mais o tamanho da máquina pública ao extinguir a Secretaria Estadual de Cultura e Cidadania, que vai voltar a ser apenas fundação, dentro da Segov (Secretaria Estadual de Governo). As subsecretarias que faziam parte desta pasta também seguem o mesmo caminho. Desta forma o executivo terá apenas nove secretarias a partir de 2019.



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