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Campo Grande, Terça-feira, 18 de Setembro de 2018

01/01/2017 20:56

Em sessão lotada, vereadores reelegem tucano para comando da casa

Alberto Dias e Richelieu de Carlo
Escolhida mesa diretora para nova legislatura. (Foto: Marcos Ermínio) Escolhida mesa diretora para nova legislatura. (Foto: Marcos Ermínio)

Tão logo empossados, os 29 vereadores de Campo Grande seguiram para Câmara Municipal, onde votaram nesta noite a composição da mesa diretora da casa de leis para a próxima legislatura, que começa neste domingo (1) e segue até o fim de 2020.

Frente ao auditório completamento lotado, 28 votos favoráveis e apenas um contrário mantém o vereador reeleito João Rocha (PSDB) na presidência da casa e Carlos Augusto Borges (PSB), o Carlão (PSB) como primeiro secretário.

Conforme previsto, a chapa aprovada inclui Derly dos Reis de Oliveira, o Cazuza (PP), como vice-presidente. Traz ainda Eduardo Romero (Rede) e Ademir Santana ocupando a 2ª e a 3ª presidência. Gilmar da Cruz (PRB) e Epaminondas Vicente, o Papy (SD), aparecem como 2º e 3º secretários.

O único voto contra partiu do novato Vinícius Siqueira (DEM), sob a justificativa de que não houvce renovação. "Houve um recado muito claro nas urnas com dois terços de renovação", disse, entre vaias e aplausos. A opinião foi discordada pelos demais parlamentares.

Na ocasião, o presidente reconduzido, João Rocha ressaltou que a escolha foi sustentada por dois pilares: a quantidade de vereadores por partido e experiência na casa. "O critério para escolha da mesa é a proporcionalidade da bancada, a quantidade de vereadores e a experiência e que foram contemplados até os partidos com um vereador”, discursou.

Eduardo Romero lembrou que os vereadores foram eleitos pelo povo e ali não há ninguém melhor ou pior. Todos os vereadores são homens e mulheres honrados que foram delegados pelo povo para representar a sociedade", disse, ao justificar seu voto.


Já o vereador Carlão ponderou que todos devem ser parceiros e que trata-se de uma "chapa de união". Otávio Trad também usou o microfone para justificar seu voto dizendo que deseja a mesma tranquilidade e capacidade na mesa da legislação anterior. "Temos trabalho prestado e não podemos ser desmerecidos", finalizou.



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