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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

30/08/2011 08:00

Emenda 29 e PEC 300 acabam sendo engavetados após anúncio de corte

Agência Câmara

O anúncio de que o governo vai cortar gastos e aumentar em R$ 10 bilhões a economia para pagar juros da dívida pública, o chamado superavit primário, vai repercutir nas votações do Plenário. O líder do governo na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), disse que não devem ser votadas neste ano propostas como a regulamentação da Emenda 29 (PLP 306/08), que garante mais recursos para a Saúde, e a criação de piso salarial para policiais e bombeiros (PECs 300/08 e 446/09). A oposição já ameaça obstruir os trabalhos.

Vaccarezza citou a presidente Dilma Rousseff, que, em reunião do conselho político nesta segunda-feira (29), pediu apoio aos partidos para que não criem despesas que não tenham fontes de receita. O objetivo, segundo o governo, é proteger a economia do País da crise internacional.

"A presidente Dilma pediu ao Congresso Nacional contribuição nessa caminhada do Brasil para enfrentar a crise. Nesse processo, ao aumentar o superavit, você não terá comprometimento de investimentos, mas não poderão ser criados gastos excedentes sem definir a fonte (para pagamento) desses gastos", disse o líder.

Emenda 29

Para o líder do PSDB, deputado Duarte Nogueira (SP), a aprovação da Emenda 29 não vai comprometer Orçamento. “O próprio excesso de arrecadação vai permitir aumentar o superavit primário sem se descuidar da saúde”, disse. “O que o governo quer é fugir de qualquer compromisso que não seja aquele já estabelecido com as suas próprias ações. Isso reforça que a saúde não é prioridade do governo do PT."

Líder do PPS, o deputado Rubens Bueno (PR) criticou mais uma tentativa de adiar a regulamentação da emenda e admitiu a possibilidade de reagir com a obstrução da pauta de votações. “Não podemos deixar o governo da forma como está, imaginando que o País vai suportar mais uma desculpa”, disse.

A obstrução também é defendida pelo líder do DEM, deputado Antonio Carlos Magalhães Neto (BA), caso a votação da emenda não seja acertada na reunião de líderes desta terça-feira (30). "Se não houver garantia da votação da Emenda 29 ainda em setembro, tenha certeza de que nós não vamos votar nada."

CUT

A decisão do governo de evitar novas despesas também foi criticada pelo presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Artur Henrique. "Pra quem quer manter as políticas públicas e as políticas sociais, precisa ter Estado. Pra ter papel do Estado, é preciso ter funcionário, reajuste salarial, trabalhadores sendo pagos e seus salários reajustados", disse.



Um político, assim que ganhar a eleição pela primeira vez, o que logo compra é uma caminhonete. Sinal de um salário altíssimo , e por ficamos nessa de olhar e reclamar o ganho de um pobre igual a min? Vamos usar de inteligência e lutar pra acabar com essa exploração que vem desde o início da civilização . E só conseguiremos se realmente combatentes onde estar o problema, Nós mesmo, que temos que parar de lutar um contra o outro da nossa mesma classe social e exigir que tenhamos os mesmos direitos que os da classe, que se diz "gestores" de um sistema que nem eles mesmo querem usar. Eles não usam da mesma segurança que nós usamos, da mesma educação , sistema de saúde e locais de lazer, do mesmo meio de mobilidade . POR FAVOR ACORDES!
 
ivanice martins em 28/08/2013 16:40:42
Voltaria sim a favor dos policiais ganharem bem e muito bem. Deveríamos nos unir pra diminuir sim os salários e regalias dos nossos representantes. O que acontece é que ficamos pobres contra pobres, discutindo quem merece ganhar tal salário. Todos oferecemos ganhar bem. Não devemos querer q os polícias ganhem menos ou mais, mas ganhem menos 4000 ou 5000 .... em fim ganhem menos bem. E as outras categorias lutem também para ganhar bem. E nós trabalhadores temos sim é q apoiar. Todos sabemos q professor, policial, enfermeiros e alguns médicos e tantas outros polícias ganham uma miséria. Por que juízes, desembargadores os que estão no ápice dos tribunais e na política tem que ganhar abruptamente , escandalosamente salários altíssimos ? E com muitas regalias?
 
ivanice martins em 28/08/2013 16:31:13
meu caro Luiz, cada profissão tem prós e contras eu acho justo um salario de 3.000 para um soldado haja vista que nossa segurança está nas mãos deles e sem contar o risco de vida que eles correm e grandes parte vive apenas com o seu salario, já os professores são raros os que vivem apenas com os 1.500 muitos dão aulas em varias escolas a jornada de trabalho é puxada eu sei nas no fim do mês vem a recompensa.
 
Joelmir Silva em 30/08/2011 12:01:52
Não sou funcionário público, mas eu também VOTARIA sim o salário de R$ 3.000,00, para um soldado de qualquer nível de escolaridade, porque não esta ali por acaso pois no minimo ele teve que estudar e passar no processo de seleção e é merecedor do cargo que ocupa. Respeito muito os professores e acho que ganham mal pra caramba!!! mas enquanto professor nós temos que conquistar um salário melhor, reconhecimento pela nossa profissão e não desmerecer aqueles que um dia passaram pelas nossas mãos e hoje estão em melhor situação. Isto não mais do que a prova concreta do ensino que dispensamos a eles deu resultado. Em vez de ficarmos lamentado os nossos míseros salários vamos a luta e conquistemos melhoria do nosso.
 
MARK VALENTIN em 30/08/2011 11:47:13
Sr."Luiz alves pereira ",deixo aqui uma sugestão,DEIXE DE SER PROFESSOR E FAÇA UM CONCURSO PARA POLICIA.Todos sabem o quanto e quando irão receber ,assim que fazem um concurso e ou entram em Empresa Privada,depois do tempo de "avaliação" começam as "choradeiras,greves e lamurias",se não esta bom,tem que procurar outro que o faça mais feliz,mesmo financeiramente,só não podemos ficar aqui fazendo comparações com "atividades e profissões",cada um fez sua escolha,quem quer correr atrás de bandidos pelas ruas em dias e ou noites ,assim como quem quer ficar em sala de aula,ensinando o que aprendeu,assim como o médico quer estar em grandes hospitais,como o gary vai limpar as ruas e calçadas,nem por isso o salario dele tem que ser uma miséria.
 
cristna mendes carli em 30/08/2011 11:06:53
A única diferença Luiz Alves é que o salario que vc se refere do prof é de 20 h semanais, enquanto um policial, bombeiro, trabalha escalado e ultrapassa em muito as 40h de qualquer trabalhador. Sem contar q o policial quase sempre arca com os gastos de seu emprego, como equipamentos, etc... Afinal, quanto vc acha que alguém tem que ganhar pra arriscar a vida, e dedicar inclusive em detrimento de sua saúde e familia aos outros???? E quanto ao nível de concurso, em relação ao salário/trabalho h, vc não acha que um deputado ou senador que vota e argumenta estes gastos deveria começar por ele mesmo??? Mas, vamos aumentar em um terço a quantidade de vereadores, triplicar o salario de deputados e senadores, dar dinheiro público para obra particular da COPA, que estes sim, trazem DIVISAS e aumentam o orçamento do pais. BRASIL, UM PAIS DE TOLOS.
 
joão vilalba em 30/08/2011 10:39:53
Meu querido Luiz, é uma pena que você pense assim. Você disse que é funcionário público, mas não é um POLICIAL. A sua família, seus filhos e esposa, podem ir e vir tranquilamente, até por que a Constituição nos garante isso. Agora eu te pergunto. Você acha que um Policial tem lazer com sua família? É comum você ver um Policial passeando com os filhos na rua? Nós temos que esconder nossa família para que a sociedade veja a sua.
 
Andre Azevedo em 30/08/2011 10:32:16
Os professores já tem seu piso salarial nacional, e eles não reclamaram, nada mais justo do que aqueles que coloca suas vidas em risco para nos proteger e fazer salvamentos terem o seu piso salarial nacional, ressaltando ainda que policiais e bombeiros não são pegos a laço como antigamente, e uma media de 35 % deles tem nivel superior, e o restante o ensino medio que é exigido nos concursos. lembrando ainda que quem tem ensino superior não quer enfrentar esse tipo de risco na qual eles correm, e não ganham insalubridades e nem periculosidades, o seguro de vida é pago por eles proprios e não pelo governo como deveria ser. falei e ta falado Sr. Luiz Alves Pereira.
 
jose roberto da silva ribeiro em 30/08/2011 10:19:52
Sou funcionário público, mas eu também não votaria o salário de R$.3.000,00, para um soldado de nível médio enquanto o seu professor de nível Superior, ganha R$. 1.500,00, isso eria uma covardia. O Deputado que apoia um salário desse estar pensando somento em voto dos policiais e que morra o resto. As coisas tem que serem administradas com responsabilidade. Nós vimos que no Sanado uma grande parte de funcionário atoa, ganha um absurdo de salário para não fazer nada de significancia ao País. Temos que começar a analisar melhor na hora de votar, ou então não vote.
 
luiz alves pereira em 30/08/2011 09:15:56
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