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Campo Grande, Quinta-feira, 18 de Janeiro de 2018

01/03/2011 14:47

Giroto discute implantação do Plano Nacional de Logística em MS

Paulo Fernandes
Giroto participou de reunião com o secretário de Política Nacional de Transportes, Marcelo PerrupatoGiroto participou de reunião com o secretário de Política Nacional de Transportes, Marcelo Perrupato

O deputado Edson Giroto (PR) discutiu com o secretário de Política Nacional de Transportes, Marcelo Perrupato, na manhã desta terça-feira, a implantação do PNLT (Plano Nacional de Logística e Transportes), que serviu de base para o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).

De acordo com a assessoria de imprensa de Giroto, o Plano Nacional de Logística e Transportes prevê investimentos de R$ 290 bilhões até 2023 em todos os sistemas modais: ferroviário, rodoviário, aquaviário, dutoviário e aeroviário.

A proposta é adequar os sistemas modais às demandas de produção agropecuária, mineral e industrial do País nos próximos anos, com redução de 41% no consumo de combustível e de 32% de emissão de CO2 e aumento de 38% da eficiência energética.

A intenção é distribuir melhor a participação dos modais, fazendo, até 2025, cair de 58% para 30% o uso do transporte rodoviário no total de carga que circula no País, com incremento do transporte ferroviário em 10 pontos percentuais (de 25% para 35% ); e de 13% para 29% o aquaviário; de 3,6% para 5% o dutoviário e de 0,4% para 1% o aeroviário.

“Ao se priorizar investimentos capazes de racionalizar a matriz de transportes do País, haverá redução dos custos de transporte, de energia e de emissão de gás do efeito estufa”, explicou Perrupato.

O plano inclui a Ferrovia do Pantanal e as ampliações dos aeroportos de Dourados, Três Lagoas, Bonito, Porto Murtinho e Chapadão do Sul.

No setor hidroviário do PNLT estão ainda os corredores Paraná-Tietê - com 245 quilômetros, de Guaira (PR) até UHE Porto Primavera (SP) - e o Paraguai - com 1.323 quilômetros, de Cáceres (MT) até o Rio Apa.



É urgente incluir nos investimentos do PNLT o acesso do MS ao Corredor Bioceânico, uma vez que encurtar as distâncias aos mercados do Extremo Oriente via portos no Oceano Pacífico é funcamental para a competitividade das exportações de nosso Estado. Sugiro verificarem as ações do governo federal nesse sentido, bem como um estudo feito pelo extinto GEIPOT sobre corredores bioceânicos, datado de 1996, disponível na bibliteca do DENIT em Brasília.
 
Celso Abrão dos Reis em 03/03/2011 08:20:19
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